19 de setembro de 2018

O VISITANTE DESAFORADO:



“Quem bate esquece, quem apanha, lembra.” (Popular)
O desaforo enseja várias interpretações, mas a que ocorre de imediato é a imprudência na prática de um ato desrespeitoso, indelicado e que cause constrangimentos. E tal situação torna-se mais sutil quando o comportamento parte de um visitante ilustre que é acolhido com consideração e entusiasmo.
Não é incomum recebermos em nossas Lojas, Clubes de Serviços ou entidades vinculadas a trabalhos voluntários, convidados para trazer mensagens, apresentar uma palestra ou ministrar instruções que venham ampliar o conhecimento e promover debates tendentes a contribuir para revisão de modos de agir e incentivar o incremento de atividades.
O cenário tende a se alterar quando o procedimento desse convidado agride a cultura local e a conotação farisaica de sua mensagem se acentue e a abordagem dos temas ganhe contornos de críticas ácidas, com atitudes raivosas e uso de linguagem imprópria, em flagrante desrespeito a um legado construído com grandes sacrifícios e paixão por parte de valorosas pessoas (valorosas, sim!) que plantaram as sementes e dedicaram uma vida para manter de pé as colunas que sustentam a boa obra.
A crônica é repleta de narrativas envolvendo autoridades debutantes que se julgam os doutores da lei e se arvoram no conhecimento de todos os mistérios, de todas as ciências e na titularidade do dom da profecia, e desconhecem a famosa carta de Paulo aos Coríntios sobre o amor (1Cor, 13), evidenciando pouco brilho interior, quase nada acrescentam ou perdem uma rica oportunidade de guardar silêncio. Inevitável não vir logo à mente uma frase que foi destaque no final de 2007, em Santiago do Chile, durante a XVII Conferência Ibero-Americana: “¿Por qué no te callas?”.
Boa parte dos que carregam essas características julga-se acima do bem e do mal, como se certas regras comportamentais não dissessem respeito a eles e agem como os fariseus na disputa por posições de proeminência nas mesas principais, com posturas preconceituosas e linguajar destoante, pelo simples prazer em impressionar e de serem tratados pelos títulos, notados e admirados pelas conquistas, mormente em busca de holofotes, homenagens, distintivos e diplomas para exposição nas redes sociais. Olvidam que tudo isso passa e o caráter e o exemplo são para sempre.
É discurso comum que críticas e sugestões são bem-vindas e que as equipes estão abertas para rediscutir formalidades e reavaliar projetos e ações. Até aí tudo bem, há espaço para todos. Mas o que deve ser observada é mais a forma como a mensagem é entregue do que propriamente o seu conteúdo, que por melhor e mais verdadeira que possa se insinuar, venha a desaguar e fazer o bolo solar e não se mostrar apetitoso aos comensais.
Quando essa conduta vem de um ocupante de posição relevante na entidade, que se atribui conhecimento e autoridade para falar o que melhor lhe aprouver, somente por portar currículo lustroso, o ambiente fica nebuloso e o clima tenso. Muitos desses “eruditos” se admiram quando alguém “ousa” questioná-los para maior compreensão de determinado assunto, mesmo de maneira cortês e educada, e por isso estes desavisados manifestantes são por vezes qualificados como atrevidos e resistentes a mudanças.
Como fora profetizado em uma recente reunião por um desses distintos convidados desaforados, não muito jovem, dinâmico e sem travas na língua, considerando-se inoxidável e revestido de teflon, com ar triunfante, coração de granito e invocando o manto da franqueza: “que contribuição pode dar uma pessoa de 70 anos ao nosso movimento?”. Perplexos, os presentes com idade média de 65 anos entreolharam-se constrangidos. Os que já tinham ultrapassado essa marca esboçaram um sorriso amarelo. Ressalte-se apenas esse exemplo, para não delongarmos sobre outras barbaridades proferidas.
É evidente que cada indivíduo tem seus limites, sendo alguns mais aquinhoados com doses de extrema boa vontade, compreensão, maturidade e resistência para aceitar grosserias e ataques, relevando toda a sorte de impropérios, com capacidade imensa de resiliência e de perdão e a consciência de que no voluntariado “é importante ser comedido na crítica e generoso nos elogios: sempre construir e não destruir”. Estes, portanto, já apararam as arestas da pedra bruta da personalidade.
Outros por sua vez, para não dizer um ou dois em cada grupo, ainda em fase de lapidação, porém certos de que paciência tem limites e não se obrigando a suportar tudo com passividade apenas para demonstrar gentileza ou agradar a quem quer que seja, acreditando que toda ação produz uma reação, tomam as dores e partem em defesa do seu time de coração, no mais das vezes sem descurar das formalidades e das normas de etiqueta, para também não constranger o convidado por colocações indevidas. Mas, como sói acontecer, culpando as vítimas pelo ataque, os cascas grossas não se tocam nem se redimem e la nave va”.
Desnecessário aprofundarmos no detalhamento quanto aos quesitos relativos a cortesia e boas maneiras, exercício do tato e da habilidade nas relações interpessoais tão decantados pela  bibliografia disponível em milhares de livros e artigos de autoajuda. E se considerarmos a vigilância que deve ser mantida em nossos pensamentos e nas atitudes que possam criar situações e ambientes indesejáveis em nossa comunidade, no sentido de aprendermos a controlar sentimentos e impulsos, ainda é pouco se olharmos para os lados com olhos bem atentos e percebermos quem são os fariseus de hoje e como se multiplicam.
Por sua vez, não se pode descurar em qualquer planejamento, quando se imponha a necessidade de receber um convidado, que se avalie de antemão o conceito do mesmo e os tópicos a serem tratados, bem como eventuais providências preparatórias, sutilezas protocolares, objetivos e duração da apresentação, minimizando, assim, possíveis impactos que possam incentivar dissidências e baixas em nossas já desfalcadas fileiras de voluntários que amam servir ao próximo.
Enfim, quando a situação se impuser, vislumbra-se imprescindível saber lidar com a arrogância do poder ao exigirem-se processos transparentes em qualquer contexto em que dirigentes exerçam um mandato em nome de uma coletividade, e que tenham uma liturgia moral do cargo ou função a observar, ou se situem em patamar de “Notáveis”, de modo a não prevalecer um sentimento que possa gerar a sensação de que estão invisíveis e inacessíveis a qualquer forma de punição e não sejamos por derradeiro desafiados ou afrontados com a vetusta carteirada: “Você sabe com quem está falando?” ou a quase socrática: “Quem você pensa que é?” e o não menos conhecido enquadramento temporal: “Ainda não chegou sua hora de saber e/ou de se manifestar!“.
Quase todos podemos suportar a adversidade, mas se quereis provar o caráter de um homem, dai-lhe poder “(Abraham Lincoln)
Autor: Márcio dos Santos Gomes
Márcio é Mestre Instalado da ARLS Águia das Alterosas – 197 – GLMMG, Oriente de Belo Horizonte, membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D’Almeida, da Academia Mineira Maçônica de Letras, e para nossa alegria, também um colaborador do blog. Fonte: O ponto dentro do Circulo

5 de setembro de 2018

A ilusão da vida e a roda do samsara:


A ilusão da vida e a roda do samsara

O conceito de samsara, a eterna roda da vida e da morte como descrita pelos hinduístas e budistas chegou a nós, ocidentais com toda força na segunda metade do século 20.  Mas, a rigor, esse pensamento já havia estado entre nós quando foram difundidos os arcanos do Tarot, especialmente com a carta A Roda da Fortuna.  

A carta, no Tarot de Marselha, um dos mais conhecidos, mostra  uma roda onde giram três criaturas.  Duas estão juntas à roda e, quando uma sobe, a outra desce.  A terceira está numa plataforma e usa uma coroa e uma espada que, apesar disso, só demonstram “o fenômeno passageiro do domínio.”

O samsara, no orientalismo, é o fluxo incessante dos renascimentos através dos mundos.  Assume conotação negativa, como uma condição a ser superada. Relaciona-se, portanto, com a ideia de reencarnação.  Mas é necessário mesmo acreditar na reencarnação para analisar ou vivenciar a superação do samsara?

Não se pode separar a doutrina da reencarnação da lei do karma; isso é verdadeiro.  O budismo detalha os chamados elos de originação dependente, conhecidos como nidanas, que relacionam-se com as causas e efeitos, envolvendo desejos, consciência, hábitos e tendências. Para os hindus também essa ligação entre reencarnação e karma é fundamental.  Sendo o esquecimento das vidas explicada pelo fato de que a mente consciente se rege pelas tendências resultantes da memória e não pela própria memória.

Mas a ideia de evolucionismo, de que cada reencarnação próxima poderia ser melhor do que a anterior só foi incluída no pensamento espiritualista através da codificação da doutrina espírita de Allan Kardec no final do século XIX.  A concepção evolucionista não existia na Antiguidade oriental.

A roda do samsara equivale a uma seqüência infinita de causa e efeito, na qual somos o sonho de alguém enquanto sonhamos um  outro.  Não há um eu permanente, todos os “eus” são transitórios que subsistem e sobrevivem num outro eu, tão ilusório quanto o primeiro.  Alguém viu alguma semelhança com os enredos de filmes hollywodianos como A Origem ou Matrix?

Entendida como metáfora psicológica, a roda do samsara pode significar a seqüência de despertares de consciência que um indivíduo tem ao longo da vida.  Morrendo (deixando-se submergir na inconsciência) e renascendo (tendo consciência plena da sua vida). 

O psicanalista C. G. Jung em seu primeiro trabalho, tentou mostrar que “os espíritos” que uma médium incorporava eram diferentes facetas da personalidade da mesma e, assim, eram manifestações do inconsciente pessoal dela.  Não quero com isso, criar um conflito com o espiritismo nem com seus adeptos, muitos deles, meus amigos.  Apenas desejo chegar ao ponto de que não é preciso ser espírita (ou budista, ou jainista, ou hinduísta) para pôr em prática o conceito da roda de samsara. 
 Existe a possibilidade de que uma memória coletiva seja transmitida geneticamente, o que nos levaria a pensar e sentir como se a memória de outra pessoa fosse uma outra existência nossa no passado e, às vezes, até no futuro, como certas viagens astrais demonstram com experimentos xamânicos, por exemplo.

Longe de esgotar o assunto, pretendo, tão somente, trazê-lo de volta à baila para que possa ser amplamente discutido.  A roda do samsara, a ilusão da vida, das muitas vidas numa só vida pode e deve ser pesquisada e analisada nos diversos aspectos que compõe a nossa realidade.  Ou a ilusão de realidade.  Afinal, segundo Parmênides, podemos dizer que os pensamentos são coisas. E se isso é verdade, as coisas são pensamentos.  

A física no fundo é uma psicologia porque descreve uma realidade que é, antes de tudo, mental e psíquica. O experimentador fazendo parte do sistema experimental como na física quântica.  Resta viver a ilusão ou superá-la se formos capazes.  Paz e luz.

 (Mauricio Duarte)


TFA/SFU
Ir Daniel Martina Toupitzen.'.
(Ilustração e Pesquisa)


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1 de setembro de 2018

DECODIFICANDO A LEI DE THELEMA



THELEMA: Do grego θέλημα: Vontade, a partir do verbo θέλω: desejar, ter um propósito.
Liber AL vel Legis, o Livro da Lei .

Thelema é a filosofia ou religião – dependendo do ponto de vista – baseada nos dois preceitos fundamentais da chamada Lei de Thelema:”Faze o que tu queres será o todo da Lei.”[1] 

“Amor é a lei, amor sob vontade.” Estes foram apresentados ao mundo, desta forma, no Livro da Lei (Liber AL vel Legis), escrito por Aleister Crowley nos dias 8 a 10 de abril de 1904. Seus adeptos são chamados de “thelemitas”.

Crowley desenvolveu o sistema thelemico a partir de uma série de experiências metafísicas experimentadas por ele e sua então esposa, Rose Edith Kelly Crowley, no início de 1904. A partir dessas experiências ele argumentava ter sido contatado por uma inteligência não-corpórea denominada Aiwass (a quem identificou mais tarde como seu Sagrado Anjo Guardião), a qual ditou a ele, entre o meio-dia e as 13 horas dos dias 8, 9 e 10 de abril daquele ano, o Livro da Lei (Liber AL vel Legis).

O livro contém tanto a frase “Faze o que tu queres será o todo da Lei” quanto o termo θέλημα, o qual Crowley tomou como nome do sistema filosófico, místico e religioso que veio a se desenvolver a partir do texto daquele livro, considerado como sagrado pelos thelemitas. 

O sistema thelemico inclui uma série de referências de magia, ocultismo, misticismo e religião, tanto ocidentais quanto orientais, tais como a Cabala e a Yoga. Segundo Crowley, Thelema representaria um novo sistema ético e filosófico para a humanidade, caracterizando um Novo Eon (nova era).

É comum que a Lei de Thelema seja compreendida, à primeira leitura, como uma licença para que se executem todos os desejos e caprichos que uma pessoa tenha, sem que haja responsabilidade ou consequências por seus atos. Contudo, esta filosofia prega justamente o oposto, partindo da idéia de que cada ser humano, por possuir livre arbítrio, é inteiramente responsável por sua existência e por suas ações, sem ser absolvido ou culpado por nenhum Deus ou Diabo no que tange o destino de sua própria vida. 

A liberdade de todo Homem e toda Mulher é, portanto, cultuada, uma vez que, como consta no Liber AL, “todo homem e toda mulher é uma estrela”.

O resultado disso é um profundo respeito a si próprio, à cada indivíduo e à cada forma de vida, como sendo expressões particulares do Divino. Além disso, Thelema conclama cada um à descoberta e realização de sua Vontade (a inicial maiúscula sendo utilizada para diferenciar esta da vontade trivial, a expressão Verdadeira Vontade também sendo utilizada para tanto). 

Cada um de nós tem por obrigação descobrir e cumprir essa Verdadeira Vontade, deixando de lado todo capricho e distração que possa nos afastar deste objetivo máximo. 

Ao realizá-la, nos integramos perfeitamente à nossa Natureza, que reflete a ordem do Universo. Portanto, realizar a Verdadeira Vontade é despertar para a Vontade do Universo.

Em Thelema, considera-se a Divindade como algo imanente: isto é, que vive dentro de tudo. Logo, conhecer sua Vontade mais íntima também é conhecer a Vontade de Deus. Esse processo de descoberta da Vontade além dos desejos do Ego constitui um método de realização espiritual baseado principalmente no autoconhecimento.

TS.'. 🎩

AS DEZ CONSEQUÊNCIAS DA AMARRAÇÃO AMOROSA:



*CONSEQUÊNCIAS DA AMARRAÇÃO AMOROSA*

No momento em que você recorre a magia para forçar uma pessoa a ficar com você ou para trazer ela contra sua vontade, violando seu livre arbítrio; você estará fazendo uso da baixa magia e somente seres de baixa vibração fazem esse tipo de trabalho, somente eles agem contra o livre arbítrio e manipulam as pessoas.

*O que acontece na vida de quem faz amarração amorosa:*

*1.* Você também ficará amarrado a pessoa que tentou amarrar e não conseguirá refazer a sua vida pessoal.

*2.* Seus caminhos ficam trancados tanto no lado profissional como no amoroso e acontecem inúmeras perdas sem explicação. Você começa a ter muita má sorte porquê está vibrando negativo e passará a atrair tudo o que é negativo para a sua vida.

*3.* Doenças. É muito comum que a pessoa que faz amarração, devido ao uso da baixa magia, sinta mal estar físico, os sintomas mais comuns são: cansaço, falta de energia, peso nos ombros, dores de cabeça. A pessoa sente que suas energias estão sendo sugadas.

*4.* Ao solicitar uma amarração ou trabalhos para trazer uma pessoa, são feitas oferendas ou sacrifícios de animais usando o seu nome, e você forma um elo com a Entidade dando permissão a ela para que entre na sua vida, e como estas Entidades são de baixa vibração elas se alimentam da sua energia, retiram de você a energia positiva e deixam você carregado(a) de energias negativas.

*5.* Algumas pessoas ficam tão perturbadas, pois as energias usadas para fazer o trabalho de amarração agem na psique da pessoa de tal forma, que a pessoa chega ao ponto de ter desejos suicidas. Uma energia negativa não tem o poder para matar uma pessoa, mas tem o poder de manipular a psique dela e fazer com que a pessoa faça algo contra a sua vida.

*6.* As consequências da amarração podem afetar a vida de uma pessoa por muitos anos, enquanto ela não for desfeita seguirá agindo na vida de quem a fez e na vida de quem foi alvo.

"Uma relação nunca acaba sem razão, sempre há uma explicação, antes de procurar esse tipo de recurso avalie a sua relação reveja as coisas que aconteceram antes de ser precipitado(a) ao ponto de acreditar em tudo que dizem. Avalie as consequências de interferir no livre arbítrio alheio."

A amarração amorosa pode afastar do caminho da pessoa que a solicitou tudo que estava em seu destino, tenha cuidado com as escolhas que fará, todo sentimento pode ser superado, não faça nada por impulso.

Lembrando também que pode dar errado (você não conseguir o que pediu) e mesmo assim sofrer as consequências por ter lançado a ação.

Por: Jurema de Mello

17 de agosto de 2018

THELEMA - A Filosofia:



Thelema - A Filosofia:

A palavra Thelema (pronuncia-se Télema) tem origem grega e significa Vontade ou Intenção. Mas este termo é associado a uma doutrina registrada pela primeira vez na literatura no século XVI. No ano de 1532, François Rabelais cita em sua aventura épica Gargantua e Pantagruel, a fundação de uma abadia de Thelema. Segundo o autor, uma doutrina que se chocava com os ideais católicos da época.

A proposta do Thelema está baseada essencialmente na liberdade e individualidade humana; ou seja, o cultivo e satisfação plena das próprias vontades. Estas bases ficam evidentes nos principais conceitos que regem: "Faça o que tu queres, pois há de ser tudo da lei"; "Todo homem e toda mulher é uma estrela"; "Tu não tens o direito, se não fazer a tua vontade..." Para os adeptos, estes princípios sintetizam a doutrina.

No Thelema toda ação individual é válida, pois é necessária a evolução. Porém, é importante que cada indivíduo descubra-se interiormente pela própria espiritualidade e una-se ao seu Ego através do amor. Desta forma descubra a Vontade Verdadeira que existe em si, e que é a motivação real da existência. A busca e o exercício da Vontade Verdadeira é a ação que move o ser em direção a iluminação. Por ser única, esta Vontade não colide com a Vontade alheia. "O Amor é a Lei sob a Vontade..." Portanto, cada ser da criação é único e especial; possui vontades e necessidades únicas que devem ser supridas.

Por estar fixado em conceitos pessoais, o Thelema pode variar muito em sua interpretação entre os adeptos; já que a vontade individual é o principal mecanismo de busca da auto-satisfação. Por esse motivo não é considerado uma religião, já que não existe uma divindade central específica; pode abrigar vários tipos de crenças e funcionar como um complemento da religiosidade, de acordo com a vontade do indivíduo. Porém, em seu desenvolvimento ao longo dos anos, o Thelema tornou-se um sistema mágico com características próprias; agregando em si correntes como a Draconiana, Tifoniana e Ofidioniana. Também influenciou outros sistemas como a Magia Ritual, Magia Sexual e as Artes Divinatórias.

A doutrina foi citada por vários pensadores e estudiosos em inúmeras publicações no decorrer dos séculos. Mas se expandiu apenas por volta de 1938, quando o inglês Aleister Crowley publicou o Liber Al vel Legis.

Atualmente, o Thelema é visto com uma certa hostilidade por aqueles que o conhecem superficialmente. O nome de Crowley está muito associado a esta doutrina, e os mitos que cercaram sua vida prestam uma imagem negativa a esta doutrina. Além disso, a noção libertária dos conceitos thelêmicos pode transmitir um falso aspecto egoísta, onde valoriza-se exageradamente a própria vontade e menospreza-se o altruísmo. Na verdade "O Amor é a Lei sob a Vontade", e"Todo homem e toda mulher é uma estrela..." Aqui fica evidente que o Amor se sobrepõe aos outros valores, e a individualidade humana é divinizada, respeitada por que cada um é uma estrela.

(Spectrum Gothic)

TS.'. 🎩

31 de julho de 2018

O Real Significado Hebraico da Palavra "ADONAI"




ADONAI 

Adonai” é um termo de origem hebraica, que significa “Meu Senhor”, o nome de Deus usado no antigo testamento, uma palavra de poder, que coloca que a usa em ligação estreita com as Forças da Criação, por isso não deve ser usada de forma banal, sem consideração e em lugares ou momentos impróprios, muito menos com intenções escusas, pois ao pronunciá-la o nível suas intenções devem estar no mesmo nível de vibração das forças que essa expressão atrai. Já era conhecida e utilizada pelos altos sacerdotes da Lemúria, Atlântida e Antigo Egito, para invocarem as forças mágicas ao realizarem suas poções de cura e para estabelecer contato com as forças da Luz de todo o Cosmo.

É um termo sagrado com um poderosíssimo poder de ativação de códigos de luz, pois através do poder do verbo e das combinações dos sons das letras, nos liga à ondas magnéticas poderosíssimas, antes só conhecidas e acessadas pelos altos iniciados nos ensinamentos herméticos dos templos do passado, os quais usavam entre eles como forma de reconhecimento de uma mesma condição hierárquica espiritual.

Quando a palavra “Adonai” é usada por nós nas situações adequadas ou pelos seres espirituais que nos contatam, é uma forma de  demonstrar reverência e profundo respeito a Fonte Criadora e Suprema, é um termo sagrado com um poderosíssimo poder de ativação de códigos de luz.

Quando Mestre Saint Germain e os demais Mestres que canalizamos, iniciam ou finalizam suas mensagens usando a expressão “Adonai”, significa que estão nos cumprimentando a partir da consciência mais elevada do nosso ser, da essência mais pura que carregamos, reverenciando-nos como Deuses que somos, ou seja, literalmente nos chamam de Deuses, além disso emanam a energia de suas próprias frequências, nos conectando à Consciência Deles já ascensionada, como forma de despertar e ativar a centelha Divina que habita em nosso templo interior, nos reconhecendo e nos pondo em igualdade à Eles, porque conhecem quem nós somos realmente, para assim nos ajudarem a expressar  essa verdadeira condição de Deuses no plano que ora habitamos, em conexão com todo o Cosmo, para que possamos emanar esta vibração ao mundo e as pessoas ao nosso redor.

Então, quando os Mestres Espirituais usam conosco a expressão “Adonai”,  estão nos chamando literalmente de “Meu Senhor”, nos reverenciando na mesma importância de um Ser Supremo que se encontra diante deles, estão nos reverenciam com Amor e Reconhecimento da nossa condição de Deuses. É essa a consciência pela qual os Mestres Ascensionados atuam para que seja que totalmente despertada, reconhecida e aceita por nós.

(Alquimia da Alma)

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20 de julho de 2018

NEM TODO AQUELE QUE DIZ SER MAÇOM O É !



NEM TODO AQUELE QUE DIZ SER MAÇOM O É


Desde o surgimento da maçonaria – a primitiva - a busca sincera pela Verdade sempre foi um dever do maçom. É impossível ser maçom sem ser um sincero buscador da Verdade e esta busca vai naturalmente de encontro ao Ego de cada um.

O maçom deve buscar melhorar a si e para isto é necessário que se reconheça como um ser imperfeito, que ignora e que precisa ser lapidado; transformando vícios em virtudes, ignorância em sabedoria e erros em acertos: MUDANÇA.

Uma pessoa que vê toda manifestação contrária a si como “preconceito”, “racismo” e “fobia” não pode ser maçom, pois tal vitimismo acompanha aqueles que não buscam a Verdade e não aceitam a lapidação.

O buscador da Verdade deve ser aberto para a Verdade mesmo que ela vá de encontro ao que ele é e o faça precisar mudar. Buscar a Verdade implica necessariamente em defender a liberdade de expressão, pois quando o erro é ditado como verdade e existe o impedimento de questionar isto, as trevas predominam.

Defender a liberdade de expressão tem suas particularidades. 
É fácil defender a opinião favorável a si, o problema está em defender aquilo que é contrário a si e vai de encontro ao seu próprio Ego.

Não existe “meia liberdade” ou “parte de liberdade”. 
Há a liberdade total ou não há liberdade. 
O principal erro dos alienados pela esquerda que buscam “liberdades” é que procuram a sua própria indo de encontro a dos outros.

Muitos querem ser “livres” para fazer muita coisa, mas não permitem a liberdade dos outros expressarem que são contra tais “liberdades”. 
Dos profanos não se pode exigir muito, mas dos maçons deve-se esperar algo a mais. A consciência plena de que a liberdade de expressão deve ser defendida a todo custo é algo a se esperar de todo verdadeiro maçom, pois jamais haverá um mundo melhor sem liberdade de expressão plena.

A absorção da liberdade de expressão não está apenas nas opiniões onde há a concordância, mas naquelas onde há discórdia e principalmente nas que vão de encontro ao próprio Ego. Aceitar a liberdade de expressão não é apenas aceitar os gostos de uma pessoa, mas aceitar também os seus desgostos, principalmente quando estes desgostos dizem respeito a si.

O maçom não pode ser refém do politicamente correto, não pode apegar-se ao seu Ego e deve sempre compreender e aceitar que as pessoas têm o direito de pensar e sentir o que quiserem e como quiserem independentemente de sua opinião.

Muitos falam da maçonaria, mas ao falar tratam tudo como se fosse uma coisa só, como se todos os maçons do mundo fossem maçons da mesma forma. 
Entretanto, nem todo aquele que diz ser maçom o é.

Pessoa alguma quer ser contrariada, criticada ou repreendida, mas o sincero buscador da Verdade deve estar preparado para ser contrariado, criticado ou repreendido e aquele que quiser ser maçom deve estar preparado para saber que pode estar vivendo no grande erro de achar-se maçom sem verdadeiramente sê-lo.

(Desconheço autor)

TFA
Ir.´. Daniel Martina - Ilustração e Pesquisa


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26 de abril de 2018

Anel Sagrado Olho de Hórus Com Cruz Ansata FA005





Denominado também de "Udjat" (olho direito) e "Wedjat" (olho esquerdo), que significa "olho inteiro", o olho de Hórus, na mitologia egípcia, é um símbolo sagrado que representa o Sol (olho direito) e a Lua (olho esquerdo), enquanto os dois olhos juntos (Udjat e Wedjat), simbolizam todo o Universo e também as forças da luz.

Esse conceito, aproxima-se bastante do símbolo do Tao, Yin e Yang, em que um é o Sol, o outro a Lua, e juntos formam as forças de tudo o que existe no universo.

Hórus era considerado o deus dos céus, filho de Osíris e de Ísis, e possuía cabeça de falcão. O seu olho tornou-se um amuleto de sorte muito usado.

A simbologia da sorte presente neste amuleto que afasta o mal, advém da lenda egípcia que conta que ele, para vingar a morte de seu pai, enfrenta Seth, o deus do caos. Como consequência dessa luta, Hórus perde o olho esquerdo que, por sua vez, foi substituído por um amuleto de serpente.

Por esse motivo, o olho de Hórus tornou-se um símbolo de proteção e força, talvez o mais conhecido e utilizado no Egito, usado para conceder poderes curativos. Não obstante, para os egípcios, o olho era o espelho da alma, e possuía poderes mágicos contra o mau olhado e as forças do mal.

TFA

10 de março de 2018

DESVENDANDO A CORDA DE 81 NÓS, O SIMBOLISMO E A UNIÃO ENTRE OS MAÇONS




A CORDA DE 81 NÓS, O SIMBOLISMO E A UNIÃO ENTRE OS MAÇONS

 
O Dicionário de Termos Maçônicos nos diz que Corda de Oitenta e Um Nós é a corda que circunda a Loja, que simbolizam a União e a Fraternidade que deve existir entre todos os maçons da face da Terra.
 
A Corda de 81 Nós é um dos ornamentos do templo maçônico, em alguns ritos, e é encontrada no alto das paredes, junto ao teto e acima das colunas zodiacais (no caso do REAA).

 
Sua origem mais remota parece estar nos antigos canteiros - trabalhadores em cantaria, ou seja, no esquadrejamento da pedra informe - medievais, que cercavam o seu local de trabalho com estacas, às quais eram presos anéis de ferro, que, por sua vez, ligavam-se, uns aos outros, através de elos, havendo uma abertura apenas na entrada do local.

 
O nó central dessa corda deve estar acima do Trono (cadeira do V.:M.:) e acima do dossel, se ele for baixo, ou abaixo dele e acima do Delta, se o dossel for alto, tendo, de cada lado, quarenta nós, que se estendem pelo Norte e pelo Sul; os extremos da corda terminam, em ambos os lados da porta ocidental de entrada, em duas borlas, representando a Justiça (ou Equidade) e a Prudência (ou Moderação).

 
Embora existam cordas esculpidas nas paredes, em alto relevo, o ideal é que ela seja natural - de sisal - com os nós equidistantes em número de oitenta e um mesmo, coisa que nem sempre acontece, na maioria dos templos, tirando o simbolismo intrínseco da corda. E ela deve ter 81 nós, por três razões:

1. O número 81 é o quadrado de 9, que, por sua vez, é o quadrado de 3, número perfeito e de alto valor místico para todas as antigas civilizações: três eram os filhos de Noé (Gênese, 6-10), três os varões que apareceram a Abraão (Gênese, 18-2), três os dias de jejum dos judeus desterrados (Esther, 4-6), três as negações de Pedro (Matheus, 26-34), três as virtudes teologais (I Coríntios, 13-13). Além disso, as tríades divinas sempre existiram em todas as religiões: Shamash, Sin e Ishtar, dos sumerianos; Osíris, Ísis e Hórus, dos antigos egípcios; Brahma, Vishnu e Siva, dos hindus; Yang, Ying e Tao, do taoismo, etc., além da Trindade cristã.

 
2. O número 40 (quarenta nós de cada lado, abstraindo-se o nó central) é o número simbólico da penitência e da expectativa: quarenta foram os dias que durou o dilúvio (Gênese, 7-4), quarenta dias passou Moisés no monte Horeb, no Sinai (Êxodo, 34-28), quarenta dias durou o jejum de Jesus (Matheus, 4-2), quarenta dias Jesus esteve na Terra, depois da ressurreição (Atos dos Apóstolos, 1-3).

 
3. O nó central representa o número um, a unidade indivisível, o símbolo de Deus, princípio e fundamento do Universo; o número um, desta maneira, é considerado um número sagrado.
Embora alguns exegetas afirmem que a abertura da corda, em torno da porta de entrada do templo, com a formação das borlas, simboliza o fato de estar, a Maçonaria, sempre aberta para acolher novos membros, novos candidatos que desejem receber a Luz maçônica, a interpretação, segundo a maioria dos pesquisadores, é que essa abertura significa que a Ordem maçônica é dinâmica e progressista, estando, portanto, sempre aberta às novas idéias, que possam contribuir para a evolução do Homem e para o progresso racional da humanidade, já que não pode ser maçom aquele que rejeita as idéias novas, em benefício de um conservadorismo rançoso, muitas vezes dogmático e, por isso mesmo, altamente deletério.

 
Observamos ainda que o simbolismo e a utilização físicada Corda é bem mais antigo, o Escritor Maçônico Irm.'. C.W Leadbeater nos diz que na antiga Maçonaria no começo do século dezoito se marcava no solo, com giz, os símbolos da Ordem, e este diagrama era circundado por uma corda pesada, ornamentada de borlas, e até hoje os franceses a descrevem como sendo "uma corda com lindos nós, que rodeia o painel".

 
 Esotericamente, a Corda de 81 Nós simboliza a união fraternal e espiritual, que deve existir entre todos os maçons do mundo; representa, também, a comunhão de idéias e de objetivos da Maçonaria, os quais, evidentemente, devem ser os mesmos, em qualquer parte do planeta, simbologia que todo maçom deve ter em sua mente em toda circunstância de sua vida.

 
BIBLIOGRAFIA PESQUISADA
" O Rito Escocês Antigo e Aceito - História, Doutrina e Prática" , José Castellani
 
"A Vida Oculta na Maçonaria", Charles Webster Leadbeater

António Dagoberto de Jesus Rios, A.'. M.'.
ARLS Fibra e Força Valentense, Valente - BA, Brasil


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25 de fevereiro de 2018

GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO E SEUS CONCEITOS:




GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO
O Grande Arquiteto do Universo, etimologicamente se refere ao principal Criador de tudo que existe, principalmente do mundo material (demiurgo) independente de uma crença ou religião específica.


 
CONCEITO CRISTÃO
 
O conceito de Deus como o Grande Arquiteto do Universo tem sido empregado muitas vezes no cristianismo. Ilustrações de Deus como o arquiteto do universo podem ser encontradas em Bíblias desde a Idade Média e regularmente empregadas pelos apologistas e professores cristãos.

 
Teólogos cristãos como Tomás de Aquino (1) sustentam que existe um Grande Arquiteto do Universo, a Primeira Causa (2), e que este é Deus. Os comentadores de Aquino têm apontado que a afirmação de que o Grande Arquiteto do Universo é o Deus cristão não é evidente, com base na “teologia natural” somente, mas requer adicionalmente de um “salto de fé” baseado na revelação da “Bíblia”.

João Calvino (3), em seu Instituto da Religião Cristã (publicado em 1536), chama repetidamente o Deus cristão de “O Arquiteto do Universo”, também se referindo aos seus trabalhos como “Arquitetura de Universo”, e em seu comentário sobre Salmo 19 (4) na Bíblia católica Salmo 18 (5) refere-se à Deus como o “Grande Arquiteto” ou “Arquiteto do Universo”.




CONCEITO MAÇÔNICO:
 
O conceito do ‘Grande Arquiteto do Universo’ está além de qualquer credo religioso, respeitando toda a sua pluraridade. A crença num ser supremo é ponto indiscutível, para que se possa ser iniciado na maçonaria, uma realidade filosófica mas não um ponto doutrinal. Como é uma escola de filosofia, moral e bons costumes, e não sendo uma religião, a maçonaria não pretende concorrer com outras religiões. Permite aos seus iniciados a crença em qualquer uma das religiões existentes, exigindo apenas a crença num ser superior, criador de tudo e de todos, que o candidato já acreditasse antes mesmo de considerar a possibilidade de vir a ser um maçom.

Assim, ‘Grande Arquiteto do Universo’ ou ‘G.•.A.•.D.•.U.•.’ é uma designação maçônica para uma força superior, criadora de tudo o que existe. Com esta abordagem, não se faz referência a uma ou outra religião ou crença, permitindo que maçons muçulmanos, católicos, budistas, espíritas e outros, por exemplo, se reúnam numa mesma loja maçônica.

Para um maçom de origem muçulmana se referiria a Alah, para outro de católica, seria Jave, de qualquer forma significaria Deus. Assim as reuniões em loja podem congregar irmãos de diversas crenças, sem invadir ou questionar seus conteúdos. A atividade da Maçonaria em relação ao Grande Arquiteto do Universo – G.•.A.•.D.•.U.•., envolve estudos filosóficos e não proselitismo (6).




CONCEITO HERMÉTICO:
 
O Grande Arquiteto também pode ser uma metáfora aludindo à potencialidade divina de cada indivíduo. “(Deus)… Esse poder invisível que todos sabemos existir, mas entendida por muitos nomes diferentes, tais como Deus, o Espírito, o Ser Supremo, a Inteligência, Mente, Energia, Natureza e assim por diante.” Na Tradição Hermética (7), cada pessoa tem o potencial de tornar-se Deus, esta idéia ou conceito de Deus é percebido como interno e não externo. O Grande Arquiteto é também uma alusão ao universo criado observador. Nós criamos nossa própria realidade, por isso nós somos o arquiteto. Outra forma seria a de dizer que a mente é o construtor.





 
CONCEITO DO PONTO DE VISTA DA GNOSIS:
 
O conceito de Grande Arquiteto do Universo ocorre no gnosticismo. O Demiurgo é o Grande Arquiteto do Universo, o Deus do Antigo Testamento, em oposição a Cristo e Sophia mensageiros da Gnose do Verdadeiro Deus. Ebionits como Notzrim, por exemplo, o Rabba Pira, é a fonte de origem, e, recipiente de todas as coisas, que é preenchido pelo Rabba Mana, o Grande Espírito, do qual emana a primeira vida. A primeira vida reza para a companhia e filhos, após o que a segunda vida, o Ultra Mkayyema ou mundo que constitui Æon (8), o Arquiteto do Universo, vem a ser. A partir desse Arquiteto vem uma série de æons, que erguem o universo sob o comando da gnosis (9), o conhecimento personificado de vida.




BÓSON DE HIGGS:
 
O Bóson de Higgs é uma partícula elementar prevista pelo Modelo Padrão de partículas, teoricamente surgida logo após ao Big Bang de escala maciça hipotética predita para validar o modelo padrão atual de partícula. Representa a chave para explicar a origem da massa das outras partículas elementares. Todas as partículas conhecidas e previstas são divididas em duas classes: férmions (partículas com spin da metade de um número ímpar) e bósons (partículas com spin inteiro).

As massas da partícula elementar e as diferenças entre o eletromagnetismo (causado pelo fóton) e a força fraca (causada pelos bósons de W e de Z), são críticas em muitos aspectos da estrutura da matéria microscópica e macroscópica; assim se existir, o bóson de Higgs terá um efeito enorme na compreensão do mundo em torno de nós.

O bóson de Higgs foi predito primeiramente em 1964 pelo físico britânico Peter Higgs, trabalhando as ideias de Philip Anderson. Entretanto, desde então não houve condições tecnológicas de buscar a possível existência do bóson até o funcionamento do Grande Colisor de Hádrons (LHC) meados de 2008. A faixa energética de procura do bóson vem se estreitando desde então e, em dezembro de 2011, limites energéticos se encontram entre as faixas de 116-130 GeV, segundo a equipe ATLAS, e entre 115 e 127 GeV de acordo com o CMS.

Fora da comunidade científica, é mais conhecida como a partícula de Deus (tradução livre do original God particle), alcunha dada pelo físico Leon Lederman devido ao fato desta partícula permitir que as demais possuam diferentes massas.

A 4 de Julho de 2012, cientistas do CERN anunciaram que, ao fim de 50 anos de investigação, descobriram uma partícula nova que pode ser o bóson de Higgs.

Peter Ware Higgs (Newcastle upon tyne, 29 de maio de 1929), é um físico teórico britânico e professor emérito da Universidade de Edimburgo. Higgs é conhecido por sua proposta de 1960 de quebra da simetria na teoria “eletrofraca”, explicando a origem da massa das partículas elementares em geral e, em particular, dos bósons W e Z. O assim chamado mecanismo de Higgs teve vários inventores além de Higgs, e prevê a existência de uma nova partícula, o bóson de Higgs (muitas vezes descrita como “a mais procurada partícula na física moderna”). Identificado pelo CERN, o bosón de Higgs teve sua existência oficialmente anunciada para o mundo em 04 de julho de 2012. O mecanismo de Higgs é aceito como um ingrediente importante no modelo padrão de partículas físicas, sem a qual as partículas não teriam massa.

Foi homenageado com uma série de prêmios em reconhecimento de seu trabalho, incluindo a Medalha e Prêmio Paul Dirac pelas contribuições à física teórica do Instituto de Física em 1997, o Prêmio High Energy and Particle Physics pela Sociedade Europeia de Física em 1997 e o Prêmio Wolf de Física em 2004.

A partícula chamada Bóson de Higgs é de fato o quantum (10) (partícula) de um dos componentes de um campo de Higgs. No espaço vazio, o campo de Higgs adquire um valor diferente de zero, que permeia a cada lugar no universo todo o tempo. Este valor da expectativa do vácuo (11) (VEV) do campo de Higgs é constante e igual a 246 GeV. A existência deste VEV diferente de zero tem um papel fundamental: dá a massa a cada partícula elementar, incluindo o próprio bóson de Higgs. No detalhe, a aquisição de um VEV diferente de zero quebra espontaneamente a simetria de calibre da força eletrofraca, um fenômeno conhecido como o mecanismo de Higgs. Este é o único mecanismo conhecido capaz de dar a massa aos bóson de calibre (12) (particulas transportadoras de força) que é também compatível com teorias do calibre.

No modelo padrão, o campo de Higgs consiste em dois campos carregados neutros e duas componentes, um do ponto zero e os campos componentes carregados são os bósons de Goldstone. Transformam os componentes longitudinais do terceiro-polarizador dos bósons maciços de W e de Z. O quantum do componente neutro restante corresponde ao bóson maciço de Higgs. Como o campo de Higgs é um campo escalar, o bóson de Higgs tem a rotação zero. Isto significa que esta partícula não tem nenhum momentum angular (13) intrínseco e que uma coleção de bósons de Higgs satisfaz as estatísticas de Bose-Einstein (14).

O modelo padrão não prediz o valor da massa do bóson de Higgs. Discutiu-se que se a massa do bóson de Higgs se encontra, aproximadamente, entre 130 e 190 GeV, então o modelo padrão pode ser válido em escalas da energia toda a forma até a escala de Planck (15) (TeV 1016). Muitos modelos de super-simetria predizem que o bóson de Higgs terá uma massa somente ligeiramente acima dos limites experimentais atuais e ao redor 120 GeV ou menos. A massa do bóson de Higgs não foi medida experimentalmente.

Dentro do modelo padrão, a não observação de sinais desobstruídos em aceleradores de partícula conduz a um limite mais baixo experimental para a massa do bóson de Higgs de 114.4 GeV no nível da confiança de 95%. Não o bastante, um pequeno número de eventos foi gravado pela experiência do LEP (16) no CERN (17) que poderia ser como resultado de bósons interpretados de Higgs, mas a evidência é inconclusiva. Espera-se entre os físicos que o Grande Colisor de Hádrons (18), construído no CERN, confirme ou negue a existência do bóson de Higgs. As medidas de precisão observáveis da força eletrofraca indicam que a massa modelo padrão do bóson de Higgs tem um limite superior de 175 GeV no nível da confiança de 95% até a data de março de 2006 (que usam uma medida acima da massa superior do quark).




PARTÍCULA DE DEUS:
 
A expressão vem de um livro do físico ganhador do prêmio Nobel Leon Lederman (19), cujo esboço de título era “A Partícula Maldita” (“The Goddamn Particle”, no original), em alusão às frustrações de tentar encontrá-la. O título foi, depois, cortado para “A Partícula de Deus” por seu editor, aparentemente temeroso de que a palavra “maldita” fosse ofensiva.
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TFA
Roberto Aguilar M. S. Silva
M.’. M.’. – A.’.R.’.L.’.S.’. Loja Maçônica Renascença IV, Santo Ângelo, RS (Brasil)


TFA/PP
Ir Daniel Martina CIM: 552820 GOB/GOSP - Ilustração e Adaptação




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