16 de janeiro de 2019

A Flor da Maçonaria Alemã



A Flor da Maçonaria Alemã

Logo após Hitler tomar o poder, provavelmente por volta de 1934, todos tinham consciência que a Maçonaria corria perigo.

A Grande Loja do Sol de Bayeruth na Alemanha (uma das Grandes Lojas de antes da guerra) percebeu o problema eminente e adotou uma pequena flor azul, que recebeu o nome de "Forget-me-not" (não me esqueça), que conhecemos como miosótis, no lugar do esquadro e do compasso, para identificar os Maçons. 

Assim, esperavam não atrair a atenção dos nazistas para o confisco e apropriação dos bens das Lojas Maçônicas. Nesta época a Maçonaria era secreta e os Obreiros precisavam de uma forma rápida de se identificar.

Esta pequena flor azul usada na lapela distinguia aqueles que lutavam para que a Luz da Maçonaria não se extinguisse, e durante a era nazista identificava os Irmãos tanto nos campos de concentração como nas cidades.

A Grande Loja do Sol foi reaberta em Bayeruth em 1947 pelo Past Grão Mestre Beyer e um broche azul simbolizando a "Forget-me-not" foi adotado como emblema oficial na primeira convenção dos sobreviventes daqueles anos amargos de semi-escuridão, e que trouxeram a Luz da Maçonaria de novo para os Templos.

Em 1948 o emblema foi adotado como símbolo maçônico oficial na primeira Convenção Anual das Grandes Lojas Unidas da Alemanha. Foi uma honra para aqueles valentes Obreiros que haviam trabalhado sob condições extremas e adversas. 

O Dr. Theodor Vogel, Grão Mestre da recém formada Potência, nsa Conferencias das Grandes Lojas nos Estados Unidos, presenteou cada um dos membros da Grande Jurisdição com um emblema "Forget-me-not" e que destacou a relação Fraternal com a maçonaria alemã. 

Esta pequena flor floresceu e se tornou o mais significativo emblema Fraternal e talvez o mais usado pelos Maçons na Alemanha. 

O "Forget-me-not" é dado aos novos Mestres Maçons na Inglaterra, ocasião em que sua história é contada.

7 de janeiro de 2019

O Segredo Maçonico Esotérico:



Nos textos anteriores, procurei dar uma noção sistematizada das várias vertentes do que se convencionou chamar de segredo maçónico e que eu designo por segredo maçónico exotérico, já que tudo aquilo a que respeita pode facilmente ser transmitido e apreendido. 

Procurei também indicar as razões da preservação de segredo sobre essas matérias. Mas, na minha opinião, o verdadeiro segredo maçónico vai muito além da discrição sobre identidades, modos de reconhecimento, rituais, cerimónias e trabalhos efetuados. 

Na minha opinião, o verdadeiro segredo maçónico, o que importa, o que releva, existe, não porque os maçons o queiram preservar, mas porque não o conseguem revelar. Porque é insuscetível de plena transmissão. 

Chamo-lhe segredo maçónico esotérico. Também há quem o refira como a Palavra Perdida. Em bom rigor, nem sequer é exclusivo dos maçons. A Maçonaria ensina e pratica apenas um dos métodos para a ele se poder aceder. Outros porventura haverá, desde a vertente mística à que privilegia a meditação ou a busca do equilíbrio perfeito.

Talvez, como muitas vezes sucede, quem melhor conseguiu mostrar o que é o verdadeiro segredo maçónico, tenha sido um Poeta, no caso, o grande Fernando Pessoa, neste fantástico poema.

É realmente incomunicável. E obviamente não tenho a prosápia de desmentir o Poeta. Mas posso tentar apontar a sua natureza, indicar a direção em que cada um deve olhar, sugerir o rumo da busca.

O verdadeiro segredo maçónico, aquilo a que muitos chamam de Palavra Sagrada ou, muito simplesmente, de Luz, é aquilo que o maçon aprende através do contacto com seus Irmãos, do convívio e busca de entendimento dos elementos simbólicos que a maçonaria profusamente coloca à disposição dos seus elementos, do método de análise, de trabalho, de esforço, de meditação, de extenuada conquista, passo a passo, degrau a degrau, patamar a patamar, sobre si próprio, a pulso desbastando suas imperfeições, despojando-se do interesse sobre toda a ganga material que obnubila os nossos espíritos, indo-se cada vez mais longe em épica viagem, com começo e fim no fundo de si mesmo e aí descobrindo a resposta que procura.

Esta busca, esta viagem, esta procura, tem um começo e um fim, mas nem um nem outro serão porventura os esperados. O começo será sempre depois do meio dia, a hora a que os maçons iniciam os seus trabalhos, quando cada um está efetivamente apto a começar a trilhar o caminho sem marcos, bordas ou fronteiras, que conduzirá não sabe onde. 

O fim, esse, tem hora marcada, aquela a que os maçons pousam as suas ferramentas, a meia noite. Como em muito do que tem valor, tão importante é o resultado como o trabalho para o obter, tão atraente é o destino, como o caminho que a ele conduz. E muito raramente o caminho mais curto entre o ponto de partida e o de chegada será uma reta…

Em bom rigor, duvido mesmo que haja apenas um verdadeiro segredo maçónico, um único segredo esotérico. Nesta altura do meu entendimento, propendo a considerar que cada maçon atinge a sua própria Luz – a deste com mais brilho, a daquele mais baça, a daqueloutro, qual bruxuleante chama de longínqua vela, mal se vendo -, cada maçon encontra e resgata a sua própria e individual Palavra Perdida – a de um bela e cristalinas, a de outro sonora e estentória, a de um terceiro suave e quase inaudível murmúrio.

Cada um encontra o que procura e o que trabalha e se esforça por encontrar. Cada um encontra Segredos, Luzes, Palavras diferentes ao longo da sua busca. Porque esta nunca termina. 

Cada resposta encontrada dá origem a novas perguntas, nascidas de mais lúcida compreensão, em perpétua evolução e aprofundamento de compreensão. É por isso que tenho para mim que eu não posso, não consigo, não sei, partilhar a minha Palavra, com mais ninguém, nem sequer com o meu mais chegado Irmão. Não só porque não consigo descrevê-la em toda a sua extensão e complexidade, como porque o mero enunciar do ponto do caminho em que me encontro me abre novos horizontes de busca, para lá dos quais nem sequer sei se não terei de pôr em causa e de reformular tudo ou parte do que me levou a percorrer esse preciso caminho, quer ainda porque cada viagem, mesmo a do meu mais mais chegado Irmão, seguiu rumos diversos dos meus, levando a linguagens distintas, a conceitos diferentes, a complexas variantes.

Cada um, penso-o agora – no preciso instante em que isto escrevo -, em cada momento encontra diferente Palavra, vê diversa Luz, preserva variado Segredo, porque cada um viaja para destinos diferentes: cada um viaja até ao fundo de si mesmo e cada um é todo um Universo diferente do parceiro do lado.

Nessa viagem, nesse trabalho, nessa busca, cada um procura coisa diversa. Eu só posso definir o que neste momento busco. Já me reconciliei – há muito! – com a finitude da vida neste plano de existência, já abandonei, por estulta e estéril, a busca do imenso porquê, a mim nunca me interessou particularmente interrogar-me sobre o cósmico como. Por agora, desde há muito e não sei até quando, concentro-me na busca do sentido da Vida e da Criação. Tenho uma ideia rude e imprecisa desse sentido. Busco o melhor ângulo para obter mais Luz. Espero que consiga obter o Brilho suficiente para, através do sentido da Criação, entrever o Criador… E tudo isto eu – neste momento – busco, em fantástica viagem, sem outro veículo que não eu próprio, não consumindo outro combustível senão tudo aquilo de que me interiormente despojo, sem outro destino e caminho senão o fundo de mim mesmo

Porque é o conhecimento de mim mesmo, em todas as complexas vertentes que condicionam o meu Eu que me habilitará a conhecer o Outro, o Mundo e quem o criou e porquê e para quê e como. Eu sou a pergunta, a pergunta sem resposta, a pergunta buscando a resposta e, simultaneamente, a resposta contida na própria pergunta, que me levará a nova pergunta, que gerará nova resposta, em contínuo alargar de horizontes, que espero me permita entrever o que está para além do horizonte e contém todos os horizontes…

Algo já encontrei, algo já me ilumina, algo já consigo balbuciar. Mas não tenho ilusões: ainda não sei ler nem escrever, sei apenas soletrar…

Confuso, não é? Pois é! Eu bem avisei que o segredo maçónico esotérico é aquele que existe porque não se consegue transmitir… O Poeta bem o soube…

POR RUI BANDEIRA · PUBLICADO EM 11/03/2009 ·


In Blog “A Partir Pedra” – Texto de Rui Bandeira (15.01.2009)

1 de janeiro de 2019

Ano de 2019 a Justiça Regida por Ogum:


Hoje o grande guerreiro Ogum ajoelha se aos pés de Oxalá para pedir a bênção para governar um novo ano.

Oxala abençoa através de suas mãos abençoadas passando todas as vibrações do grande pai criador, para que Ogum saiba forjar as melhores armas para a luta e que possa comandar seus guerreiros para a grande Batalha; o ano de 2019!

Ogum, mensageiro de oxalá,
Cavaleiro supremo das leis divinas,
Bem sabe que não será facil...
Oxala como pai sabe que Ogum com seu gênio forte, sua impulsividade irá cortar muitas cabeças,
Irá cobrar a lei até mesmo de seus mais amados filhos...
Ogum é rígido!
Ogum é destemido!
Ogum é justiceiro!

E recebe a grande missão de colocar a ordem, Nem que pra isso ele tenha que punir inocentes...

Ogum mata,
Ogum guerreia por nós!

Ogum é violento;
Mas Ogum também é pai!

E como todo pai quer o melhor para seus filhos,
Ogum castiga, mas também ensina.
Ogum derruba,
Mas também levanta;
E quando levanta seu filho é pra vencer...

Ogum jamais perde uma batalha, nem que pra isso tenha que banhar a terra de sangue.

Ogum será o guerreiro dos novos caminhos em 2019,
Novos rumos,
Avanços,
Caminhos abertos,
Vitórias...

Assim será 2019!
Mas toda Vitória,
Todo êxito só vem depois de uma grande batalha!

Xango o senhor da justiça divina entre para Ogum a continuidade de uma nova hera.
Xangô fez a justiça em 2018,
Que devia pagou,
Quem mereceu recebeu...
Assim Ogum continua esse trabalho.
Xangô cobrou e fez a justiça,
Agora Ogum vem colocar ordem!

Que possamos refletir sobre tudo que passou e assim seguimos por um novo tempo, sem cometer os mesmos erros e sem querer a vitoria de algo que não lutamos!

Sejamos como ogum;
Guerreiro!

Assim seremos grandes vencedores e dignos das bênçãos de Ogum!

Patacory Ogum!
Ogunheeee!

TFA 
Ir Daniel Martina Toupitzen 
(Ilustração) 

27 de dezembro de 2018

Dicas para a Virada do Ano:


Dicas para a Virada do Ano:

*1-* Use branco
Não falo da roupa. A roupa é o de menos! Use branco na alma. Não entre em disputas. Não chute cachorro morto. Entre um desaforo e uma resposta atravessada, escolha a paz.

*2-* Varra a casa
Do fundo até a porta. Varra tudo! Mágoas, desgostos, rancores, amores não correspondidos. Varra! Aspire! Espane! Não deixe nem poeira. Entre limpo.

*3-* Quebrou? Jogue fora
Se for a sopeira que você herdou da sua avó, conserte. Sua avó agradece. Mas em se tratando de amores, trabalhos, relações de todo tipo, amizades... Quebrou? Rachou? Avalie se vale guardar. Investir em quem não merece é desperdício de energia. Ponha a fila para andar.

*4-* Louro e Canela carteira
Dizem que garante dinheiro.

*5-* Use cor amarela
A cor amarela é a cor da prosperidade. Ajuda nos caminhos do sucesso. Mas não faz milagre. Então use amarelo e trabalhe. Se esforce, estude, faça mais que o melhor possível. O melhor possível você já conseguiu até aqui.

*6-* Sete ondas
Aliás, pule: ondas, desaforos, prejuízos. Se não der para pular, desvie.

*7-* Use lingerie nova
Fala sério, isso não é só no primeiro dia do ano. Jogue fora aquela calçola velha, desbotada, furada, de elástico frouxo.

*8-* Coma lentilha, uvas, romã
Olha só, coma o que quiser. E coma, principalmente, a vida! Coma com gosto! Esqueca dietas voce merece o melhor nem que seja no primeiro dia do ano.. 

*9-* Não coma peru ou frango (porque ciscam para trás), Agora vamos combinar, você gruda no passado como chiclete em cabelo, passa anos esperando o amor que já se foi, vive atrelada ao que já está desfeito? Não ponha a culpa no pobre do frango. Você cisca para trás muito mais do que ele. Caminho é em frente!

*10-* Não deixe roupas viradas pelo avesso
Isso se você acreditar que avessos são ruins. Não são. Avessos são nosso lado mais verdadeiro. Nossa versão mais crua. Desvire, se não quiser ficar exposta por aí. Avessos devem ser mostrados a poucos. Apenas aos que merecem.

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Algumas pessoas passam a vida viradas como tartarugas de casco para baixo. Balançam pernas e braços. Aflitas, não saem do lugar.

Um ano novo começa. Mas só vale se você se desvirar. Desvire a vida, os amores, os afetos. Arrume a alma. Faxine seu coração. Ponha a vida para andar.
Vida é renda de bilro. Teçamos o ano novo com capricho. Sem nós, sem embaraços. Nos melhores caminhos e nas mais lindas cores. Teçamos a vida que vamos vestir. No nosso número, sem apertos, sem sobras inúteis. Na plena beleza do que cada um merece e pode ter.

Dois, zero, um e nove essa é a senha para o recomeço"

Texto adaptado de Mônica Raouf El Bayeh


*FELIZ ANO NOVO ✨✨!*

25 de dezembro de 2018

AS VELAS NA MAÇONARIA:


AS VELAS NA MAÇONARIA

A vela aparece, na Loja especulativa, na época das Corporações ou 
Guildas e provêm das ofertas votivas, relíquias dos séculos anteriores.

 Nas Lojas Maçônicas, há algum tempo passado, o cerimonial de 
acendimento das Luzes se revestia de uma beleza incomparável, principalmente no que tange ao respeito e aos votos que as envolviam.

 Esta cerimônia era, sem dúvida, uma das primeiras orações que se 
erguiam na Loja pedindo a proteção do G.:A.:D.:U.: para os trabalhos. 

Por isso mesmo, a atitude mental dos presentes era de suma importância, eis 
que eles deviam acompanhar a cerimônia com o pensamento elevado e com 
a mais humilde contrição.

As velas eram acesas durante a sessão em Loja, mesmo se ela fosse 
realizada em pleno dia, visto que tais velas não objetivavam dispensar a 
escuridão material, mas sim, deviam cumprir a magia que lhes cabe nos 
trabalhos. 

No Templo maçônico, as velas são a manifestação do Fogo 
Sagrado e não um mero detalhe do Ritual.

A quantidade de velas, sua distribuição pelo Templo e seu simbolismo em cada grau (em especial nos graus ditos filosóficos), são 
determinados minuciosamente nos rituais maçônicos.

A vela, simbolicamente, é a transmissão ou transmutação, ou melhor, 
a passagem de um estado da natureza para outro. Do sólido (corpo da vela) 
para o líquido (cera derretida) e para o gasoso (fumo), pelo grande 
mediador que é o fogo. 

A vela, além disso, pela sua luz bruxulenta e sempre em movimento, é um catalisador ideal para quem se dedica à 
profunda meditação, fixando sua chama.

As velas representam um simbolismo ternário que os escritores religiosos não deixam de destacar. Para eles é a imagem da trindade: Pai, 
Filho e Espírito Santo; sendo a cera o Pai; oopavio o Filho e a chama o 
Espírito Santo. 

Pode também representar o ternário: Corpo, Alma e Espírito. 

A vela é, ainda, a imagem da sublimação espiritual. Na Loja Maçônica representam o ternário: Sabedoria, Força e Beleza. A vela apresenta um simbolismo vital, isto é, fálico. 

Esse mesmo simbolismo também é encontrado na flor. A Luz física é o emblema da Luz espiritual. A vela incandescente dos altares medievais e das antigas corporações tem a idéia de consagração e também de promover a guarda (dos votos de gratidão – por graça 
recebida).

Acrescentamos que todas as artesa corporativas mantinham, nas 
vizinhanças de uma Igreja, um altar cheio de velas ofertadas ou obtidas 
através de tributos (ou multas) impostos aos membros. 

O uso de velas em Lojas é um costume muito antigo, mas não exclusivamente religioso. Durante o século XVIII, tanto nas Lojas dos “Modernos” como dos 
“Antigos” os Maçons ingleses acendiam velas, liturgicamente, sobre altos candelabros.  

TFA 
Ir Frc MM. '. Daniel Martina Toupitzen 
Fundador da Filhos do Arquiteto Brasil 
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. '. 





23 de dezembro de 2018

O JURAMENTO MAÇÔNICO:

O JURAMENTO MAÇÔNICO


O juramento maçônico, por sua antiquíssima fórmula, tem sido o alvo preferido das especulações e ataques antimaçônicos, sobretudo da Igreja, que viu nele uma espécie de pacto demoníaco, levado a efeito em ambiente de ameaça e de terror, visando não somente proteger os segredos maçônicos, mas, principalmente, impedir que o Maçom se desligue voluntariamente da instituição. A bula papal In Eminenti, de 1738, em que o Papa Clemente XII excomungou a Maçonaria, assim se referia a ele: “... e comprometem-se por um juramento terrível, prestado sobre a Bíblia, e sujeito a medonhos castigos, a guardar por um silêncio inviolável as práticas secretas de sua sociedade ...” 

O Monsenhor José Alberto L. C. Pinto, ex Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, in Dicionário Prático de Cultura Católica, Bíblica e Geral, assim define um juramento: “Afirmação ou negação de algo para o que se invoca a Deus como testemunha, ou ainda empenhando a própria honra, etc. 

Sua finalidade é confirmar a verdade da afirmação ou negação feita em juramento. Para ser lícito, o juramento deve ser justo (...), prudente (...) e verdadeiro (...). O pecado do perjúrio será pois jurar uma falsidade conhecida como tal ou encerrar na afirmação ou negação alguma promessa sem a intenção de cumpri-la, ou ainda faltar, mais tarde, a essas promessas”.

Todos os juramentos, empregados em qualquer religião e em todas as sociedades humanas, seguem tal definição. Os juramentos comportam comumente três partes: 

(1) INVOCAÇÃO: apelo a quem se está jurando; 

(2) PROMESSA: o próprio objeto do juramento; e 

(3) IMPRECAÇÃO: declaração dos castigos a que se submete quem está jurando, se for perjuro.

Pois o juramento maçônico também segue aquela definição e igualmente está dividido em três partes: 

(1) INVOCAÇÃO: ao Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, e à assembléia de Maçons presentes; 

(2) PROMESSA: nunca revelar quaisquer dos mistérios da Maçonaria; ajudar e defender os irmãos em tudo o que for necessário e justo; e reconhecer como regular, legal e legítima a Potência Maçônica à qual a Loja está jurisdicionada;  

(3) IMPRECAÇÃO: declaração dos castigos simbólicos aos quais se submeterá aquele que for perjuro.

Excerto do livro (em elaboração) Maçonaria para Maçons, Simpatizantes, Curiosos e Detratores do Irm.’. Almir Sant’Anna Cruz

Justo e Perfeito Significado:


JUSTO E PERFEITO” é uma expressão, encontrada no Livro de Gênesis, onde a história do Dilúvio é retratada, com Deus, arrependido de criar o homem, resolvendo destruí-lo numa proporção imensurável, pois o mesmo passou a trilhar os caminhos da iniquidade, corrompendo sua humanidade, conforme versam o Capitulo 6, versículo 9: “Noé era um homem Justo e Perfeito no meio dos homens de sua geração. Ele andava com Deus” e, em Gênesis, capitulo 7, versículo 1-3, Deus disse a Noé: “Entre na arca...tu e toda tua casa... porque te reconheci justo diante dos meus olhos... entre os de tua geração”

Essa expressão, para a maçonaria, segundo o Ir.'. José Castellani, remonta às organizações medievais de canteiros (trabalhadores em cantaria - o enquadramento da pedra bruta) onde havia muita rivalidade dentre as corporações dos profissionais, que se resultava da sabotagem no trabalho, que consistia em penetrar no terreno do concorrente para fazer um leve desbastamento da pedra já cúbica que, difícil de ser verificada pelo olho humano, se mostrava quando usada na construção.

Assim, no fim do dia de trabalho, por ordem do Máster (o proprietário ou seu preposto), um Warden (zelador, ou vigilante) media a horizontalidade da obra com o nível, enquanto outro aferia sua perpendicularidade com o prumo, e, se tudo estivesse em ordem, comunicavam ao Master, “Tudo está Justo e Perfeito”.

Na manhã do dia seguinte a operação era repetida para prevenir eventuais sabotagens noturnas, pois a estabilidade das construções dependia da forma cúbica das pedras. Com tudo “JUSTO E PERFEITO” os trabalhos eram iniciados.

A expressão “Está Tudo Justo e Perfeito” é utilizada como cumprimento e reconhecimento entre os Maçons. Porém, de fato, tudo está Justo e Perfeito, tendo em vista as queixas de IIr∴ de que nada vai bem hoje na Maçonaria? Tudo está JUSTO e PERFEITO com a Maçonaria atual, que permanece como a de ontem, crendo que sua Filosofia é eterna, assim como seus ensinamentos? A Maçonaria está ciente de que nada mudou, pois as inconformidades estão nas atitudes de alguns IIr∴ que não assimilam seus ensinamentos, deixando de incorporá-los nos seus “Templos Interiores”, ou seja, não praticam as virtudes juradas, vilipendiando-as muitas vezes ao se mostrarem vaidosos, antiéticos e hipócritas, deixando de se renunciar ao TER para acreditar no SER.

Os Maçons que corrompem a cubicidade de suas próprias pedras não levam consigo para o mundo profano os preceitos e ensinamentos da Sublime ARTE REAL. 

Muito pelo contrário, trazem do mundo profano imperfeições que semeiam a desarmonia na Loja, fomentando a desagregação entre os IIr∴ e o desequilíbrio dos trabalhos que têm como principal objetivo a assunção do cumprimento de seus juramentos, prestados em suas iniciações, para o engrandecimento do próprio ser em si.

Enquanto a pedra d’outrora era física, a atual representa o próprio ser em si, que é moldado numa cubicidade cujos lados representam a Personalidade e o Eu. Três deles a Personalidade (Caráter, Determinação e Virtude) e os outros três o Eu (Crença, Fé e Espiritualidade).

A união das pedras cúbicas, representativas dos Maçons, se perfaz numa pedra cúbica que envolve e influencia toda a sociedade. Portanto cabe a cada Maçom o desafio do labor que impede a geração de imperfeições em sua própria pedra, sujeita às intempéries e divergências naturais da sociedade.

Portanto a ele cabe a responsabilidade de colocar em prática, no mundo profano, a doutrina e os ensinamentos Maçônicos, transformando-o, com muito trabalho e ação, num sistema harmônico baseado numa “Filosofia de Vida”.

O Grande Maçom Ir∴ Albert Pike nos deixa uma lição. Assim ele discorre: “É surpreendente ver como os homens falam das virtudes e da honra e não pautam suas vidas nem por uma nem outra. A boca exprime o que o coração devia ter em abundância, que quase sempre é o inverso do que o homem pratica”.

A principal obra de uma Loja Maçônica está na constituição da união de todas as pedras cúbicas lavradas e lapidadas com ardor, perseverança e vontade de cada um de seus integrantes, por isso ela deve ser aferida diariamente afim de cada Ir∴ se certificar de que não será a sua pedra a corruptora da imagem emanada de sua Loja para a sociedade que a cerca.

TFA 

BALAÚSTRE ESPECIAL DE DEZEMBRO - Sessão Magna Universal:


BALAÚSTRE ESPECIAL DE DEZEMBRO
Sessão Magna Universal

          Num dia do mês de dezembro do ano 2018 da E.'.V.'.,  reuniram-se os homens Livres e de Bons Costumes, no Templo chamado Terra, cujas assinaturas estão presentes no coração e conciência de cada um. 

A entrada foi em família, sendo que os trabalhos foram abertos e dirigidos pelo GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO,  que deixou a critério de cada um ocupar o cargo  que sua consciência designasse. Por unanimidade, todos abriram mão de cargos. 

Não foi feita a leitura de Bal.'.,  Exped.'.  ou Dec.'., haja vista a magnitude da Sessão. O Sac.'. de PProp.'. e IInf.'. fêz seu giro e não  produziu nenhuma Col.'.Grav.'.,  recolhendo apenas votos de Paz, Saúde, Gratidão e Felicidade. A Ord.'.do Dia   versou sobre  paz, amor,  harmonia e tolerância entre os povos deste planeta. 

No Per.'. de IInstr.'. o G.'.A.'.D.'.U .'. falou sobre o Livro da Lei, independente do título que cada Nação adota, fazendo um apelo especial para  que praticassemos  os princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. O Tr.'. de Solid .'.e/ou Benef.'. recolheu o despreendimento, força e vontade dos IIr.'. em socorrer enfermos e necessitados. 

Usaram da Pal.'.  todos os IIr.'. presentes que,  em uníssono pensamento, solicitaram ao G.'.A.'.D.'.U.'.  que incutisse no coração de cada homem a prática da famosa frase “Paz na Terra aos homens de boa vontade”. Ato contínuo, solicitaram que continue derramando suas bençãos sobre nós,  proporcionando-nos um Feliz Natal e Ano Novo cheio de realizações. 

Com um Golpe de Malhete, os trabalhos foram encerrados, retirando-se cada um dos IIr.'. com as energias renovadas e conscientes no seu papel de “Construtor Social”.

T.´. F.´. A.´.
Ir Frc MM.´. Daniel Toupitzen
Fundador da Filhos do Arquiteto Brasil 



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22 de dezembro de 2018

Vocês sabem o porque... “Do Meio Dia à Meia Noite”???


Saudações estimados Irmãos.'.

Vocês sabem o porque... “Do Meio Dia à Meia Noite”???

Zoroastro, também conhecido como Zaratustra, foi um sábio árabe nascido no século VII a.C., cujo pensamento influenciou religiões monoteístas tais como; o Islamismo, o Judaísmo e até mesmo, o Cristianismo. 

Os livros do Zoroastrismo (ou Masdeísmo) relatam suas proezas, desde mais tenra idade. Dizem que quando nasceu, ao contrário de chorar, ele alegremente e calorosamente riu para os presentes.

Para alguns dos presentes, era sinal que havia chegado um ser de Luz; para outros um demônio, e por causa disto, no seu primeiro dia de vida, foi colocado em uma fogueira, porém, ele não se queimou.

Depois foi colocado à frente de uma manada de mil bois, protegido por um destes que sobre ele se colocou, nada sofreu. Finalmente, colocaram-no dentro de uma toca de lobos para que fosse devorado, mas, uma loba cuidou dele até que sua mãe viesse buscá-lo.

O bebê cresceu e sempre foi um ser introspectivo, caminhava pelas redondezas de sua vila a indagar: Quem faz a Lua crescer ou diminuir? Quem criou o Sol e as Estrelas?

Quem colocou nos homens o sentimento de Bondade e Justiça? Aos 15 anos de idade, já era um exemplo, pelo seu conhecimento dos preceitos religiosos de sua época, e, notadamente um ser bondoso para com os homens e a natureza. 

Alguns relatos, dizem que aos 20 anos de idade, ele se afastou de sua comunidade e, por dez anos viveu em contemplação e meditação. 

Aos 30 anos de idade, lhe apareceu uma divindade de nome Vohu Mano (“Boa Mente”), que o levou ao encontro de Sete seres míticos. Então, lhe foi dito: “Zoroastro, se quiser, você pode encontrar dentro de si, as respostas para todas as perguntas que lhe angustiam”,dando-lhe ainda, o fardo de ser o profeta que deveria anunciar a boa nova ao povo. “- Porque eu? Não sou poderoso e nem tenho recursos!” Questionou Zoroastro.

Em uníssono, os seres responderam: “-Você tem tudo de 2 que precisa, o que todos igualmente têm: 

Bons pensamentos, boas palavras e boas ações”. Depois desta revelação, ele se propôs a difundir o que seria, não apenas, mais uma religião, mas, um sistema religioso-filosófico monoteísta.

Este sistema, não valorizava somente o homem como redentor de si mesmo; era contra o sacrifício de animais e valorizava o trabalho como um ato sagrado.

“O que mais vale em um trabalho, é a dedicação do trabalhador”. 

“O que lavra a terra com dedicação, tem mais mérito religioso, do que poderia obter com mil orações, sem nada fazer”.

No começo de sua jornada, foi mais uma voz a clamar no deserto.
Com o passar do tempo, seus conhecimentos se espalharam por toda a Pérsia, chegando a se torna religião oficial. Muitos foram iniciados em seus augustos mistérios.

O Livro Sagrado do Zoroastrismo (ou Masdeísmo) chama-se Avesta (Zend-Avesta), e a moral está na frase: “Aja,como gostaria que, agissem contigo”. Zoroastro morreu assassinado no Templo, diante do Altar do Fogo Sagrado. Agora, está na hora da pergunta: - Mas o que isso tem a ver com Maçonaria? Zoroastro reunia seus seguidores, em reuniões secretas dentro do Templo... DO MEIO DIA À MEIA NOITE. 

E temos IIr que brincam dizendo; o Ir 2º Vig não sabe olhar as horas! Volto a repetir;

Na Maçonaria, tudo existe com um propósito maior.

Esta pequena frase é o fio da meada, para aqueles que estudando, aprenderão que, “Deus está sempre à tua porta, na pessoa dos teus Irmãos de todo o Universo”. Igual a esta mensagem subliminar, existem outras mais em nossos Rituais , que os ritualistas colocaram para que possamos pesquisar sobre seus autores e suas obras.

Meus IIr o objetivo deste pequeno artigo, é despertar a vontade de conhecer um pouco mais sobre o assunto, fazer uma pesquisa e quando ela estiver pronta, levar para sua Loja, enriquecendo nosso Quarto de Hora de Estudos.

Lembre-se, que todos nós, independente do Grau ou do Cargo, somos responsáveis pela qualidade das Sessões Maçônicas.

T.'. F.'. A.'.
Quirino Sérgio Quirino Guimarães 
ARLS Presidente Roosevelt 025
DO MEIO DIA A MEIA MEIA NOITE
Áurea Campopiano.'.


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