20 de abril de 2019

O SIGNIFICADO DA PÁSCOA UNIVERSAL:


O SIGNIFICADO DA PÁSCOA UNIVERSAL:

Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação". Com o êxodo, a Páscoa hebraica será a lembrança perpétua da libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés. Assumida pelos cristãos, a Páscoa Cristã será a lembrança permanente de que Deus libera seu povo de seus "pecados" (erros), através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal.
O ritual da Páscoa mantém viva a memória da libertação, ao longo de todas as gerações. "Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" - (João, 1:29).

João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos "pecados", ou seja, dos erros, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação.

Esta palavra "salvação", segundo Emmanuel, vale por "reparação", "restauração", "refazimento".

Portanto, "salvação" não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é "libertação”. E, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não seremos salvos das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade.

Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes. Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo": "Que surja o homem NOVO a partir do homem VELHO. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis Morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na presente sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã.

Que este homem novo seja um soldado da Paz neste mundo em guerras. Um lavrador do Bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da Justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da Verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas e tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional.

Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da Caridade, como entendia Jesus: Benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias."

Por isso, nós Maçons, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta "libertação" e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré-determinado. Queremos nos livrar deste homem velho. Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos o animal, a natureza, quando abortamos, etc. 

Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.

E assim desejamos a todos uma FELIZ PÁSCOA.

Artigo (adaptado) extraído do site www.rcespiritismo.com.br.

19 de abril de 2019

AS 4 LEIS DA ESPIRITUALIDADE ENSINADAS NA ÍNDIA:

AS 4 LEIS DA ESPIRITUALIDADE ENSINADAS NA ÍNDIA


A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.

Reflexão: Ir Daniel Martina - CIM 285520
Fundador da Filhos do Arquiteto Brasil



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18 de abril de 2019

SOBRE AS PESSOAS FELIZES NO UNIVERSO:



SOBRE OS FELIZES...

Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.




O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.

Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho...

Socorro Acioli - Escritora
Ilustração: Ir Daniel Martina - CIM 2855220 - Fundador da Filhos do Arquiteto Brasil


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10 de abril de 2019

MITSUBISHI E A MAÇONARIA ESCOCESA:



MITSUBISHI E A MAÇONARIA ESCOCESA

O nome Mitsubishi refere-se ao emblema de três diamantes da Mitsubishi Corporation of Japan.

"Mitsubishi" é uma combinação das palavras mitsu e hishi. Mitsu significa três. Hishi significa castanha da água, e os japoneses usam a palavra há muito tempo para denotar uma forma de losango ou diamante. Os japoneses geralmente dobram o som "h" para um som "b" quando ocorre no meio de uma palavra. Juntos, a combinação de mitsu e hishi é pronunciada como mitsubishi.

O logo sofreu refinamento considerável até que a versão moderna foi adotada durante os anos 1910 e especificamente desde 1921 quando a companhia atual foi fundada em 1921 como Mitsubishi Shipbuilding Co. (agora Mitsubishi Heavy Industries, Ltd.).

O que então tudo isso tem a ver com a maçonaria escocesa, você poderia perguntar?

A partir de 1885, navios estavam sendo construídos no estaleiro de Nagasaki (o embrionário Mitsubishi Co.). Desde os primeiros tempos, engenheiros escoceses, muitos associados à construção naval de Clyde (Nr. Glasgow) foram recrutados para ajudar no desenvolvimento da indústria de construção naval japonesa.

Há um ditado comum dizendo que, onde quer que os escoceses se estabeleçam em números, a primeira coisa que eles estabelecem é uma igreja, depois um banco e depois um bar! Mas não necessariamente nessa ordem e, claro, uma coisa está faltando - uma Loja Maçônica.

À Loja Nagasaki, No.710 foi concedida uma Carta pela Grande Loja da Escócia em 1885. O primeiro Mestre foi John Fulton Calder (? - 1892) e que também passou a ser o gerente do estaleiro de Nagasaki desde o início de 1883.

A Loja trabalhou toda a gama de graus, incluindo e de Mestre de Marca e é com isso que as coisas ficam interessantes ...

O irmão John James Shaw foi Iniciado em 6 de outubro e Elevado em 7 de novembro de 1900 e foi Exaltado em 19 de janeiro de 1901.

Ele criou sua Marca em 16 de março de 1901. (Ver imagem)

Como muitos de vocês saberão, a cerimônia da Marca é uma parte muito importante do Craft Escocês. A história e o desenvolvimento desta cerimônia são complicados e não precisamos perder tempo com isso, mas parte dessa cerimônia inclui a exigência de que o candidato escolha uma Marca de Maçons (uma necessidade ritual que vem diretamente de nossos antepassados ​​pedreiros e nossas origens operativas do Craft Escocês.

A Marca continua sendo dele e dele sozinho. Para garantir que não haja duplicação, todas as Marcas dos Maçons são mantidas pela Loja em um registro de Marcas para que as comparações possam ser feitas e a duplicação evitada.

O irmão Shaw foi empregado no estaleiro de Nagasaki como desenhista de motores - em outras palavras, ele projetou e desenhou planos de trabalho para motores a serem instalados nos navios que estão sendo construídos no estaleiro.

O irmão Shaw foi [Venerável] Mestre da Loja Nagasaki, No.710, para o ano de 1904, e parece ter deixado o Japão em 1907.

A partir das ilustrações anexadas, você pode ver que a Marca do Irmão Shaw, tomada em 1901, é idêntica ao logotipo da Mitsubishi.

Nós temos uma pergunta - seria o seu carro Mitsubishi e, como consequência da Marca dos Maçons do irmão Shaw, portanto, um veículo 'maçônico'?

Bem, isso é para você decidir...

Fonte: Grande Loja da Escócia
Ilustração: Ir Daniel Martina CIM 285520 GOSP



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9 de abril de 2019

A MAÇONARIA E A ROUPA PRETA:



Diversas organizações uniformizam as pessoas na busca da disciplina, do controle e da integração. Basicamente, a uniformização da indumentária busca a harmonização do ambiente e das pessoas, gerando um clima psicológico favorável à integração e ao controle como no caso das Forças Armadas, dos Estudantes, das Polícias Militares, das grandes corporações de operários, etc.
Na Maçonaria, a uniformização tem os mesmos benefícios já citados, além de, naturalmente, os aspectos que se somam e que dizem respeito ao uso da cor preta. Na prática dos trabalhos nos Templos os maçons buscam, dentre outras coisas, esotericamente, captarem energias cósmicas, ou fluidos positivos ou forças astrais superiores para o fortalecimento espiritual. Da física temos o conceito de que o preto não é cor, mas sim um estado de ausência de cores. As superfícies pretas são as mais absorventes de energias de qualquer natureza, assim, a indumentária preta torna o maçom um receptor mais eficiente e mais que isso, um acumulador, uma espécie de condensador de energia. Por outro lado, a couraça formada pela roupa preta, faz com que as eventuais energias negativas que eventualmente possam entrar no Templo não sejam transmitidas aos Irmãos. Por isso o Maçom veste-se de roupas pretas para participar dos trabalhos em Loja.

Importante observar que, tanto do ponto de vista linguístico como do ponto de vista maçônico, preto e escuro não são sinônimos. E, em assim sendo, toda indumentária que não seja preta, embora escura, não é maçonicamente adequada, embora alguns autores sejam de opinião de que o rigor do traje preto deve ser exigência para as Sessões Magnas, podendo ser livre quanto à cor nas Sessões Econômicas, mas, mesmo assim, todos são unânimes de que é indispensável o uso do paletó e da gravata.

Além do terno preto a maçonaria admite o uso de Balandrau (do latim=balandrana), veste talar (comprida até o calcanhar), em feitio de batina, feita de tecido leve e preto. Embora alguns autores afirmem que o balandrau não é veste maçônica, o seu uso remonta à primeira das associações organizadas de ofício, a dos Collegia Fabrorum, criada no séc. IV a.C., em Roma. Quando as legiões romanas saíam para as suas conquistas bélicas, os collegiati acompanhavam os legionários, para reconstruírem o que fosse destruído pela ação guerreira, usando, nesses deslocamentos, uma túnica negra; da mesma maneira, os membros das confrarias operativas dos maçons medievais, quando viajavam para outras cidades, feudos, ou países, usavam um balandrau negro.

No Brasil, segundo Nicola Aslan, a presença do Balandrau remonta à última metade do séc. XIX, tendo sido introduzida na Ordem Maçônica pelos Irmãos que faziam parte, ao mesmo tempo, de irmandades católicas e de Lojas Maçônicas, e que foram, sem dúvida, o motivo da famigerada Questão Religiosa, nascida no Brasil por volta de 1872. Outro autor, Rizzardo Da Camino, escreve:“O Balandrau surgiu no Brasil com o movimento libertário da Independência, quando os maçons se reuniam sigilosamente, à noite; designando o local, que em cada noite era diverso, os maçons percorriam seu caminho, envoltos em balandraus, munidos de capuz, com a finalidade de penetrando na escuridão permanecerem ocultos, nas sombras para preservar a identidade”. O balandrau está presente na história da Maçonaria desde o princípio, pois era uma forma de igualar os participantes e proteger suas identidades através do capuz, principalmente da perseguição da inquisição.

O traje maçônico é composto por paletó, gravata, sapato preto e camisa branca, embora a única peça de vestuário obrigatória em qualquer parte do mundo seja o Avental, sem o qual o obreiro é considerado nu, na acepção de Castellani. Embora a cor da vestimenta (calça, gravata, etc) possa ser diferente para cada Rito ou mesmo dependendo de cada país, o Avental, como diz Jaime Pusch, é a insígnia obrigatória do maçom em loja, não podendo sem ele participar dos trabalhos.

No Brasil, o traje, antigamente, era previsto nos Rituais (Séc. XIX e início do Séc. XX) como indicação e não imposição, devido à diversidade de ritos, posteriormente é que a exigência do traje foi colocada na legislação das obediências, padronizando conforme o rito majoritário no Brasil (REAA).

O negro significa ausência de cor, empresta às sessões um clima sóbrio, igualando a todos, não haverá distinção para analisar qualquer personalidade, todos estão envoltos pela neutralidade. Nos Conselhos Kadosch o preto é a cor do luto e da tristeza que tomam conta do iniciado quando este acredita que a excelsitude que desejou, o seu ardor e o seu sacrifício foram em vão. O preto representa o elemento terra, nos lembra a finitude do homem.

Em uma sessão maçônica é criado um ambiente com emanações energéticas onde as energias são emitidas e absorvidas. Com a veste preta as energias são absorvidas reativando os chacras frontal, laríngeo e coronário que estão descobertos, em contrapartida, nossos chacras mais sensíveis estarão protegidos de enviar e receber vibrações negativas durante os trabalhos.

A igualdade na vestimenta demonstra um desapego a toda e qualquer vaidade humana, tão combatida pela Maçonaria, e nivela os irmãos em Loja, por uma veste, ou o parelho (calça e paletó) ou o balandrau. Assim irmanados em uma igualdade sem par os maçons absorveram as energias positivas de modo a se transformarem em uma fonte de luz divina onde quer que estejam, principalmente recebendo forças para agirem em prol de um mundo melhor.

(*) Honório Sampaio Menezes
33º, REAA, Loja Baden-Powell 185, GLMERGS, Porto Alegre, RS, Brasil

Illustração: Ir Daniel Martina Toupitzen.´. - CIM 285520 Gosp



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4 de abril de 2019

A morte, A Vida e o Renascimento na Ordem:



A morte, A Vida e o Renascimento na Ordem:

Em Maçonaria, os símbolos e rituais servem para colocar ao dispor do maçom os conhecimentos, os temas, os valores com significado e importância no ideário Maçônico. O que cada maçom aprende ou não aprende, reflete ou não reflete, assimila ou não assimila em face desses símbolos ou rituais é com ele. Cada um é como é e livremente aproveita (ou não) da forma que melhor entende o que lhe é proporcionado.

Ao longo do seu percurso, o maçom é confrontado, simbólica e ritualmente, com a morte. Desse confronto, fará a reflexão que quiser ou for capaz, tirará a lição que conseguir tirar. Mas é importante que esse confronto exista.

A morte - sabemo-lo, embora mutos o procurem esquecer pelo máximo de tempo possível... - ...é inevitável. A todos chegará, a cada um na sua hora. Normalmente, quanto mais novos somos, mais afastamos esse tema do nosso pensamento. É uma desagradável questão distante com que esperamos não ser confrontados por décadas - ...se nos detemos a pensar nisso ainda vamos deprimir e mais vale mas é pensarmos no que vamos fazer hoje e amanhã e esta semana e nas próximas férias...

No entanto, os maçons são confrontados com a morte e assisado é que reflitam sobre esse tema. Desde logo, porque fazendo-o quando a morte não lhes está iminente, tal lhes permite racionalmente fazerem a sua análise e, sem urgências, ficarem em paz com a certeza de que um dia ela os atingirá.

A morte faz parte da vida. O ciclo natural do nascimento, crescimento, maturidade, declínio, a morte está presente em todos os seres vivos, é ínsito à Vida. Quanto mais cedo e melhor aceitarmos isso, mais cedo e melhor estaremos em condições de aproveitar e viver plenamente a vida.

Para o crente, a morte não é o fim, mas uma Passagem. Mas, deste lado da mesma, forçoso é reconhecer que é uma Passagem para o Desconhecido...

A morte, o reconhecimento da sua inevitabilidade e, portanto, a sua aceitação, é, desde logo um importante fator de consciência da fundamental Igualdade entre todos nós.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos proclama, logo no seu art. 1º, que todos os seres humanos nascem livre e iguais em dignidade e em direitos. Mas, ao contrário do que possa parecer, a parte final desta proclamação ("em dignidade e em direitos") restringe o alcance da primeira parte da frase. E fá-lo bem, porque, em bom rigor todos os seres humanos, sendo essencialmente iguais, são individualmente diferentes. Uns nascem em berço de ouro, outros em pobres enxergas. Uns são geneticamente dotados de saúde, outros têm a infelicidade de virem a este mundo com doenças congênitas. Uns são inteligentes, outros nem tanto assim. Uns são belos, outros nem por isso. Pese embora a proclamada igualdade "em dignidade e em direitos", temos que reconhecer que, parafraseando George Orwell em  O Triunfo dos Porcos, "uns são mais iguais do que outros". Uns, bafejados pela genética, mas também condições sociais, partem para a jornada da vida com vantagem. Outros terão de superar deficiências, insuficiências, simples acasos como o lugar de nascimento ou de colocação social dos seus genitores para lograrem atingir os mesmos objetivos e patamares muito mais facilmente atingidos pelos bafejados pela sorte na sua concepção e nascimento.

Quer queiramos, quer não, apesar da fundamental Igualdade entre os seres humanos, a verdadeira, a completa, a material Igualdade só existe na morte! A morte é o encerrar do ciclo neste plano de existência para o milionário e para o indigente, para o belo e para o feio, para o inteligente e para o menos dotado. A morte é a Grande Igualizadora!

Entender a nossa finitude e aceitá-la, mas também entender a fundamental Igualdade que a todos junta na morte é essencial para entendermos e fruirmos completamente a Vida.

A essencial Igualdade da morte é que todos, rigorosamente todos, quando chega esse momento tudo deixam para trás: riquezas, estatuto, honras, mas também dívidas, condenações e opróbrios.

Acumular riquezas, obter estatuto, receber honras implicam esforços, escolhas, renúncias. Ter suficientes bens materiais para poder proporcionar a si e aos seus uma vida segura e confortável e fazer sacrifícios para isso é entendível. Prescindir de fruir plenamente a vida só para acumular riquezas muito para além dessa medida e que, chegada a hora da morte, para trás ficarão, não será, para muitos, uma prioridade. O mesmo quanto ao estatuto, que inexoravelmente termina com a morte física, e com as honras, que gradualmente se desvanecem nas memórias dos que ficam até inevitavelmente desaparecerem, ou, quando muito, e em reduzido número de casos, se limitarem a referências nos livros de história ou de uma qualquer especialidade. Mesmo os grandes, celebrados e recordados artistas, heróis e criadores desconhecem, após a sua morte, que permanecem celebrados e recordados...

Portanto, a consciência e a aceitação de que a nossa vida é finita e que, chegada a morte, tudo deixamos para trás, em bom rigor não são pungentes, não são atemorizadora, são libertadoras, porque essa consciência e aceitação nos permitem viver e fruir plenamente a Vida.

A vida á para ser vivida da forma mais livre, mais pujante, mais compensadora, que nos for possível.

A VIDA É BELA! Mas só temos total consciência disso e a plena capacidade de a fruir depois de termos encarado a nossa finitude e de estarmos em paz com a nossa morte.

Rui Bandeira
Ilustração e Adaptação: Ir.´. Daniel Martina Toupitzen CIM 285520 Gosp/SP



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6 de março de 2019

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16 de janeiro de 2019

A Flor da Maçonaria Alemã



A Flor da Maçonaria Alemã

Logo após Hitler tomar o poder, provavelmente por volta de 1934, todos tinham consciência que a Maçonaria corria perigo.

A Grande Loja do Sol de Bayeruth na Alemanha (uma das Grandes Lojas de antes da guerra) percebeu o problema eminente e adotou uma pequena flor azul, que recebeu o nome de "Forget-me-not" (não me esqueça), que conhecemos como miosótis, no lugar do esquadro e do compasso, para identificar os Maçons. 

Assim, esperavam não atrair a atenção dos nazistas para o confisco e apropriação dos bens das Lojas Maçônicas. Nesta época a Maçonaria era secreta e os Obreiros precisavam de uma forma rápida de se identificar.

Esta pequena flor azul usada na lapela distinguia aqueles que lutavam para que a Luz da Maçonaria não se extinguisse, e durante a era nazista identificava os Irmãos tanto nos campos de concentração como nas cidades.

A Grande Loja do Sol foi reaberta em Bayeruth em 1947 pelo Past Grão Mestre Beyer e um broche azul simbolizando a "Forget-me-not" foi adotado como emblema oficial na primeira convenção dos sobreviventes daqueles anos amargos de semi-escuridão, e que trouxeram a Luz da Maçonaria de novo para os Templos.

Em 1948 o emblema foi adotado como símbolo maçônico oficial na primeira Convenção Anual das Grandes Lojas Unidas da Alemanha. Foi uma honra para aqueles valentes Obreiros que haviam trabalhado sob condições extremas e adversas. 

O Dr. Theodor Vogel, Grão Mestre da recém formada Potência, nsa Conferencias das Grandes Lojas nos Estados Unidos, presenteou cada um dos membros da Grande Jurisdição com um emblema "Forget-me-not" e que destacou a relação Fraternal com a maçonaria alemã. 

Esta pequena flor floresceu e se tornou o mais significativo emblema Fraternal e talvez o mais usado pelos Maçons na Alemanha. 

O "Forget-me-not" é dado aos novos Mestres Maçons na Inglaterra, ocasião em que sua história é contada.

7 de janeiro de 2019

O Segredo Maçonico Esotérico:



Nos textos anteriores, procurei dar uma noção sistematizada das várias vertentes do que se convencionou chamar de segredo maçónico e que eu designo por segredo maçónico exotérico, já que tudo aquilo a que respeita pode facilmente ser transmitido e apreendido. 

Procurei também indicar as razões da preservação de segredo sobre essas matérias. Mas, na minha opinião, o verdadeiro segredo maçónico vai muito além da discrição sobre identidades, modos de reconhecimento, rituais, cerimónias e trabalhos efetuados. 

Na minha opinião, o verdadeiro segredo maçónico, o que importa, o que releva, existe, não porque os maçons o queiram preservar, mas porque não o conseguem revelar. Porque é insuscetível de plena transmissão. 

Chamo-lhe segredo maçónico esotérico. Também há quem o refira como a Palavra Perdida. Em bom rigor, nem sequer é exclusivo dos maçons. A Maçonaria ensina e pratica apenas um dos métodos para a ele se poder aceder. Outros porventura haverá, desde a vertente mística à que privilegia a meditação ou a busca do equilíbrio perfeito.

Talvez, como muitas vezes sucede, quem melhor conseguiu mostrar o que é o verdadeiro segredo maçónico, tenha sido um Poeta, no caso, o grande Fernando Pessoa, neste fantástico poema.

É realmente incomunicável. E obviamente não tenho a prosápia de desmentir o Poeta. Mas posso tentar apontar a sua natureza, indicar a direção em que cada um deve olhar, sugerir o rumo da busca.

O verdadeiro segredo maçónico, aquilo a que muitos chamam de Palavra Sagrada ou, muito simplesmente, de Luz, é aquilo que o maçon aprende através do contacto com seus Irmãos, do convívio e busca de entendimento dos elementos simbólicos que a maçonaria profusamente coloca à disposição dos seus elementos, do método de análise, de trabalho, de esforço, de meditação, de extenuada conquista, passo a passo, degrau a degrau, patamar a patamar, sobre si próprio, a pulso desbastando suas imperfeições, despojando-se do interesse sobre toda a ganga material que obnubila os nossos espíritos, indo-se cada vez mais longe em épica viagem, com começo e fim no fundo de si mesmo e aí descobrindo a resposta que procura.

Esta busca, esta viagem, esta procura, tem um começo e um fim, mas nem um nem outro serão porventura os esperados. O começo será sempre depois do meio dia, a hora a que os maçons iniciam os seus trabalhos, quando cada um está efetivamente apto a começar a trilhar o caminho sem marcos, bordas ou fronteiras, que conduzirá não sabe onde. 

O fim, esse, tem hora marcada, aquela a que os maçons pousam as suas ferramentas, a meia noite. Como em muito do que tem valor, tão importante é o resultado como o trabalho para o obter, tão atraente é o destino, como o caminho que a ele conduz. E muito raramente o caminho mais curto entre o ponto de partida e o de chegada será uma reta…

Em bom rigor, duvido mesmo que haja apenas um verdadeiro segredo maçónico, um único segredo esotérico. Nesta altura do meu entendimento, propendo a considerar que cada maçon atinge a sua própria Luz – a deste com mais brilho, a daquele mais baça, a daqueloutro, qual bruxuleante chama de longínqua vela, mal se vendo -, cada maçon encontra e resgata a sua própria e individual Palavra Perdida – a de um bela e cristalinas, a de outro sonora e estentória, a de um terceiro suave e quase inaudível murmúrio.

Cada um encontra o que procura e o que trabalha e se esforça por encontrar. Cada um encontra Segredos, Luzes, Palavras diferentes ao longo da sua busca. Porque esta nunca termina. 

Cada resposta encontrada dá origem a novas perguntas, nascidas de mais lúcida compreensão, em perpétua evolução e aprofundamento de compreensão. É por isso que tenho para mim que eu não posso, não consigo, não sei, partilhar a minha Palavra, com mais ninguém, nem sequer com o meu mais chegado Irmão. Não só porque não consigo descrevê-la em toda a sua extensão e complexidade, como porque o mero enunciar do ponto do caminho em que me encontro me abre novos horizontes de busca, para lá dos quais nem sequer sei se não terei de pôr em causa e de reformular tudo ou parte do que me levou a percorrer esse preciso caminho, quer ainda porque cada viagem, mesmo a do meu mais mais chegado Irmão, seguiu rumos diversos dos meus, levando a linguagens distintas, a conceitos diferentes, a complexas variantes.

Cada um, penso-o agora – no preciso instante em que isto escrevo -, em cada momento encontra diferente Palavra, vê diversa Luz, preserva variado Segredo, porque cada um viaja para destinos diferentes: cada um viaja até ao fundo de si mesmo e cada um é todo um Universo diferente do parceiro do lado.

Nessa viagem, nesse trabalho, nessa busca, cada um procura coisa diversa. Eu só posso definir o que neste momento busco. Já me reconciliei – há muito! – com a finitude da vida neste plano de existência, já abandonei, por estulta e estéril, a busca do imenso porquê, a mim nunca me interessou particularmente interrogar-me sobre o cósmico como. Por agora, desde há muito e não sei até quando, concentro-me na busca do sentido da Vida e da Criação. Tenho uma ideia rude e imprecisa desse sentido. Busco o melhor ângulo para obter mais Luz. Espero que consiga obter o Brilho suficiente para, através do sentido da Criação, entrever o Criador… E tudo isto eu – neste momento – busco, em fantástica viagem, sem outro veículo que não eu próprio, não consumindo outro combustível senão tudo aquilo de que me interiormente despojo, sem outro destino e caminho senão o fundo de mim mesmo

Porque é o conhecimento de mim mesmo, em todas as complexas vertentes que condicionam o meu Eu que me habilitará a conhecer o Outro, o Mundo e quem o criou e porquê e para quê e como. Eu sou a pergunta, a pergunta sem resposta, a pergunta buscando a resposta e, simultaneamente, a resposta contida na própria pergunta, que me levará a nova pergunta, que gerará nova resposta, em contínuo alargar de horizontes, que espero me permita entrever o que está para além do horizonte e contém todos os horizontes…

Algo já encontrei, algo já me ilumina, algo já consigo balbuciar. Mas não tenho ilusões: ainda não sei ler nem escrever, sei apenas soletrar…

Confuso, não é? Pois é! Eu bem avisei que o segredo maçónico esotérico é aquele que existe porque não se consegue transmitir… O Poeta bem o soube…

POR RUI BANDEIRA · PUBLICADO EM 11/03/2009 ·


In Blog “A Partir Pedra” – Texto de Rui Bandeira (15.01.2009)

1 de janeiro de 2019

Ano de 2019 a Justiça Regida por Ogum:


Hoje o grande guerreiro Ogum ajoelha se aos pés de Oxalá para pedir a bênção para governar um novo ano.

Oxala abençoa através de suas mãos abençoadas passando todas as vibrações do grande pai criador, para que Ogum saiba forjar as melhores armas para a luta e que possa comandar seus guerreiros para a grande Batalha; o ano de 2019!

Ogum, mensageiro de oxalá,
Cavaleiro supremo das leis divinas,
Bem sabe que não será facil...
Oxala como pai sabe que Ogum com seu gênio forte, sua impulsividade irá cortar muitas cabeças,
Irá cobrar a lei até mesmo de seus mais amados filhos...
Ogum é rígido!
Ogum é destemido!
Ogum é justiceiro!

E recebe a grande missão de colocar a ordem, Nem que pra isso ele tenha que punir inocentes...

Ogum mata,
Ogum guerreia por nós!

Ogum é violento;
Mas Ogum também é pai!

E como todo pai quer o melhor para seus filhos,
Ogum castiga, mas também ensina.
Ogum derruba,
Mas também levanta;
E quando levanta seu filho é pra vencer...

Ogum jamais perde uma batalha, nem que pra isso tenha que banhar a terra de sangue.

Ogum será o guerreiro dos novos caminhos em 2019,
Novos rumos,
Avanços,
Caminhos abertos,
Vitórias...

Assim será 2019!
Mas toda Vitória,
Todo êxito só vem depois de uma grande batalha!

Xango o senhor da justiça divina entre para Ogum a continuidade de uma nova hera.
Xangô fez a justiça em 2018,
Que devia pagou,
Quem mereceu recebeu...
Assim Ogum continua esse trabalho.
Xangô cobrou e fez a justiça,
Agora Ogum vem colocar ordem!

Que possamos refletir sobre tudo que passou e assim seguimos por um novo tempo, sem cometer os mesmos erros e sem querer a vitoria de algo que não lutamos!

Sejamos como ogum;
Guerreiro!

Assim seremos grandes vencedores e dignos das bênçãos de Ogum!

Patacory Ogum!
Ogunheeee!

TFA 
Ir Daniel Martina Toupitzen 
(Ilustração)