7 de abril de 2015

O Perigo dos Pequenos Pensamentos Negativos e O Poder do Silêncio:





Eu Sou a co-criação em ação / Eu Sou o que Eu Sou.
Eu liberto meus pensamentos / Eu liberto minhas culpas.
Eu curo o meu passado / Eu curo a minha mente Divina.
Eu Sou uno com o Poder de Deus / Eu Sou uno com o Poder da Verdade.
Eu Sou uno com o Poder do Espírito / Eu Sou o que Eu Sou.
Eu expando o Poder da minha própria Glória.


Eu Sou a Vitória da Minha Presença Eu Sou em ação.
Eu co-crio a minha mente / Eu Sou a minha mente Crística.
Eu Sou o Poder da Palavra em ação / Eu Sou o Poder da Verdade em ação.
Eu Sou o que Eu Sou / Eu Sou a Luz de um novo mundo.
Eu Sou o exemplo de um novo ciclo / Eu vivo a minha Verdade.
Eu Sou o Poder da minha própria Fé / Eu equaciono a minha Bem-Aventurança.


Eu liberto os meus medos / Eu transmuto os meus medos.
Eu transmuto os meus limites / Eu Sou o Poder da minha Vitória.
Eu Sou o Poder da minha Verdade / Eu Sou a iluminação em ação.
Eu Sou o Poder da Vitória em ação / Eu co-crio um novo inconsciente coletivo.


Eu Sou a Luz do mundo / Eu Sou a Luz do meu mundo.
Eu Sou o que Eu Sou / Eu co-crio Abundância.
Eu co-crio Serenidade / Eu co-crio Harmonia.
Eu co-crio Paz / Eu co-crio Revelação.
Eu co-crio Bem-Aventurança / Eu co-crio Serenidade mental.


Eu co-crio Justiça / Eu co-crio Igualdade em todos os reinos.
Eu Sou o Poder de Deus em ação / Eu Sou o que Eu Sou.
Eu Sou a minha Saúde / Eu co-crio a minha Longevidade.
Eu aceito a minha imortalidade / Eu Sou o Poder do Rejuvenescimento em ação.


Eu Sou a liberdade em ação / Eu Sou o que Eu Sou.
Eu Sou o Poder da minha Vitória / Eu Sou o Poder da minha Verdade.
Eu Sou o Poder do meu Equilíbrio / Eu Sou o que Eu Sou (3X)



Como é verdadeiro o fato de que basta seguirmos um ínfimo pensamento negativo para desencadearmos uma série de dúvidas e frustrações! Nossos pequenos pensamentos negativos são como um vírus, que rapidamente se multiplica e cresce, causando-nos febre e mal-estar.


É preciso manter nossa mente sob uma lente de aumento de microscópio.





Como são tantos os pensamentos que fluem em nossa mente, na maioria das vezes não nos damos conta do quanto somos invadidos por atitudes mentais destrutivas. É como a gripe: na maioria das vezes, só percebemos que estamos gripados quando começamos a nos sentir mal. Mas assim como é possível reverter um processo gripal se soubermos identificar seus menores sintomas, podemos reverter a mente negativa ao aprender a identificá-la assim que ela surgir.


Lama Gangchen Rinpoche nos ensina a reconhecer os menores sinais de mudança de nossa mente nas diversas expressões de rosto: elas refletem as nuanças de cada forma-pensamento. Para tanto, ele nos estimula a usar nossa capacidade de manter a atenção como um espelho. Isto é, se estivéssemos vendo nossa imagem 24 horas refletida num espelho, ficaríamos surpresos ao ver quantas de nossas expressões faciais não são tão belas quanto aquelas que tentamos fazer quando nos olhamos no espelho rapidamente para nos arrumar.


Se não queremos mais ter faces feias, temos que começar por admitir que costumamos fazê-las, alertou Lama Gangchen Rinpoche em seus ensinamentos.


Mas, por que fazemos faces feias? Rinpoche nos lembra que estas faces expressam nossa fome e sede interior que se agravam à medida que não fazemos nada para saciá-las! Costumamos perder mais tempo nos lamentando da fome do que gerando recursos para supri-la. Isso ocorre porque conhecemos pouco os alimentos da alma. O que torna nossa mente sutil satisfeita?


São atitudes que nutrem nosso corpo e mente sutil: orar, recitar mantras, fazer visualizações criativas, assim como mover o corpo com gestos pacíficos. Temos que admitir que nossas atitudes habituais não nos nutrem verdadeiramente, pois são o resultado de uma mente pequena que quer apenas se proteger, se defender. Mas possuímos também uma mente grande, que busca naturalmente por evolução.


Thomas Moore, em seu livro O que são almas gêmeas (Ed. Ediouro), comenta que por mais verdadeiros que sejam os problemas da vida prática, eles nunca são idênticos às preocupações da alma. Por isso, escreve: Para nos devotarmos à alma, talvez seja preciso soltar outros vínculos, e para permitir que a alma expresse sua própria intencionalidade e propósitos, talvez tenhamos que abrir mão de antigos valores e expectativas.


De fato, as exigências da alma podem nos parecer paradoxais. Por exemplo, quem não conhece o desejo de querer se libertar das atitudes baseadas no apego, como o ciúme? Apesar da alma não querer viver sob a tensão do controle, nossa mente pequena encontra apenas segurança quando controla tudo e todos...


Por isso, sentir a satisfação interior é uma tarefa difícil demais para uma mente pequena!


Lama Gangchen nos ensina a diferenciar as atitudes mentais entre uma pequena e uma grande mente. Quanto estamos sob os ditames da mente pequena, dizemo-nos: Eu não sei... eu não quero... eu não posso... Mas quando atuamos com nossa mente grande, proclamamos sem dificuldade: OK, eu posso lidar com esta situação, seja ela agradável ou não.


A mente grande não rejeita nenhuma experiência da vida. Afinal, ela não está contaminada por atitudes covardes ou indulgentes. Se passarmos a observar honestamente quantas situações podemos enfrentar se não seguirmos nossa mente pequena, ficaremos surpresos e felizes em notar que podemos fazer muito mais do que estamos habituados.


Temos que admitir que as atitudes mentais de uma mente pequena não nos nutrem verdadeiramente, pois são o resultado da insegurança. Uma mente pequena diz que não sabe, mesmo antes de se questionar. Diz que não quer, sem ter consultado seus desejo mais profundos. Baseadas na carência, são atitudes que buscam se defender sem até mesmo terem sido atacadas. Uma mente pequena é tendencialmente competitiva. Apesar de ser uma mente baseada na crença de ser excluída e solitária, não busca por união. Já a mente grande busca naturalmente evoluir, unir, comungar.


A mente pequena nutre o sofrimento, enquanto que a mente grande sabe como absorvê-lo. O sofrimento perde sua força ao passo que é reconhecido pela mente grande. Por isso, os mestres budistas nos incentivam a dialogar com o nosso sofrimento. Lama Gangchen nos fala: Deixe a sua sabedoria conversar com a sua ignorância. Dê tempo e espaço para sua sabedoria de expressar. Ela não deve ficar oprimida pela ignorância.


A agitação interior é um reflexo do movimento de uma mente pequena. Se nos determinarmos a não segui-la e, cultivarmos uma atitude de calma e a atenção, já estaremos manifestando naturalmente nossa mente grande!



TFA / PP:
Ir.´. Daniel Martina

4 de abril de 2015

Assopre As Cinzas da Vida:




Sopre As Cinzas:


Quem feriu você, já feriu e já
passou. Lá na frente encontrará o
inevitável retorno e pelas mãos
de outrem, se merecer, será
ferido também.


A Vida se
encarregará de dar-lhe o troco e
você, talvez, jamais fique
sabendo. O que importa de
verdade é o que você sentiu e,
mais importante, é o que ainda
você sente:


Mágoa? Rancor? Ressentimento?
Ódio?



Você consegue perceber que
esses sentimentos foram
escolhidos por você? Somos nós
que escolhemos o que sentir
diante de agressões e de ofensas.


Quem nos faz o mal é
responsável pelo que faz, mas
NÓS somos responsáveis pelo que
sentimos. Essa responsabilidade
tem a ver com o Amor que
devemos e temos que sentir por
nós mesmos.


O ofensor fez o que fez e o
momento passou, mas o que
ficou aí dentro de você?


Mágoa - Você sabia que de todas as
drogas ela é a mais cancerígena?
Pela sua própria saúde, jogue-a
fora.


Rancor - Ele é como um alimento
preparado com veneno
irreconhecível: dia mais, dia
menos, você poderá contrair
doenças de cujas origens nem
suspeitará.


Ressentimento - Pois imagine-se vivendo dentro
de um ambiente constantemente
poluído, enfumaçado, repleto de
bactérias e de incontáveis tipos
de vírus: é isso que seu coração e
seus pulmões estão tentando
agüentar. Até quando você acha
que eles vão resistir?


Ódio - Seus efeitos são paralisantes.
Seu sistema imunológico entrará
em conflito com esse veneno que
com o tempo poderá colocar você
face a face com a morte e talvez
muito tarde você venha a
perceber que melhor seria ter
deixado que seu agressor
colhesse os frutos do próprio
plantio.


Por seu próprio Bem e pelo seu
Bem, perdoe.


O perdão o libertará e o fará livre
para ser feliz. Esqueça o mal que
lhe foi feito. Deixe o seu ofensor de lado, e
não penses nele com ímpetos de
vinganças. Siga a sugestão. Se
desejas ser feliz por um dia:


Vinga-te.


Se desejas ser feliz por
toda a vida:


PERDOE


Mude seu destino ...Não permita
que suas emoções negativas
dominem os seus sentimentos.


Seja o(a) comandante da sua nau!


Escolha o melhor caminho para
sua "viagem"


E se outras vezes o ferirem,
perdoe ... Perdoe ... Como Cristo
perdoou os que o crucificaram.


Que Tenhas muita paz de espírito.
Sopre as Cinzas. Deixe-as ao
vento.


(DESCONHEÇO O AUTOR)

15 de janeiro de 2015

Pitágoras e Buda, os professores de Jesus:





Hoje falaremos sobre os ensinamentos de Yeshua, o Jesus histórico real. Já falamos sobre como, onde e quando ele nasceu, mas o que ele pregava? Quais as lições que ele passou, tão opostas a Roma e ao Vaticano para que sua história tenha sido apagada, distorcida e adulterada dos registros “oficiais”? 


Para começarmos a entender a maneira como Yeshua e seus apóstolos pensa- vam, precisaremos retornar cerca de 6 séculos no passado e conhecer o trabalho de outro grande ocultista, Pitágoras.

Pythagoras de Samos nasceu entre 580 e 572 AC e foi um filósofo e ocultista, fundador da Escola Pitagórica. Reverenciado pela massa cética como o pai da matemática, Pitágoras foi, como muitos outros cientistas, muito mais do que isso. Com o conhecimento adquirido nas iniciações nas Pirâmides, Pitágoras foi considerado um dos maiores homens de seu tempo, equivalente a Leonardo DaVinci durante o Renascimento. Antes de mais nada, vamos estudar a origem de seu nome, Pyth-agor, ligado ao Oráculo de Delfos. Antes de ser chamado Delfos, este famoso oráculo era conhecido como Pythia e foi fundado no século 8 AC, embora o local tenha sido usado para práticas xamânicas desde o século 11 AC, ou seja, no mesmo período em que Salomão construía seu Templo. É importante ressaltar que o Templo do Oráculo de Delfos possuía as mesmas medidas sagradas da Câmara dos Reis e do Templo de Salomão. Certamente uma coincidência.


A história mitológica deste Templo dizia que no local vivia uma gigantesca serpente chamada Pythia (que deu origem ao nome Píton) e que Apolo, o deus solar, havia dominado e derrotado esta serpente e, a partir do corpo dela, construiu o oráculo. A simbologia desta história é óbvia. A serpente Pythia, assim como em todas as outras culturas, representa a kundalini sendo dominada pelo aspecto Crístico-Solar (Tiferet, na Kabbalah), resultando em um estado de consciência elevado (“Conhece a ti Mesmo” ).


            O nome Pythein (apodrecida, em grego) representava os vapores exalados de um caldeirão (qualquer semelhança com as bruxas celtas NÃO é mera coincidência, como veremos mais para a frente), que colocavam as sacerdotisas iniciadas do templo lunar, chamada Pitionísias (Pythia), em um estado de transe onde recebiam instruções de mestres de outros planos vibracionais (assim como médiuns de hoje em dia recebem mensagens provenientes dos espíritos). Quem assistiu ao filme “300 de Esparta” viu uma representação de como funcionavam estes oráculos.


O nome destas possessões era Venter Loquis (ou a “voz que vem do ventre”), pois os antigos já sabiam que os espíritos utilizavam-se do chakra Manipura, ou Plexo Solar, para obterem energia para estas manifestações (muito tempo depois, no século XVI, charlatões utilizavam truques mundanos de projeção de voz para imitar estas manifestações, dando origem ao que se conhece hoje por Ventriloquismo).  O nome iniciático de Pitágoras significa “aquele que fala (Agor-) a verdade das Pythias (Pyth-)” ou seja, Pyth-Agor. Assim como muitos outros sábios, seu nascimento foi profetizado por outras Pythias e ele nasceu de uma virgem. Seus ensinamentos nada mais eram do que os mesmos ensinados pelos Egípcios em suas Escolas dos Mistérios. 


Os pitagóricos estudavam a fundo a matemática, filosofia, a geometria sagrada, proporções áureas, o pentagrama, a ligação entre religião e ciência, numerologia, astrologia, reencarnação, vegetarianismo e a música.


A associação entre música e magia é muito antiga e poderosa.

       
            O símbolo dos Pitagóricos é o Pentagrama, ou Pentemychos. Eu poderia passar horas explicando as propriedades notáveis do Pentagrama, mas sugiro que assistam  um vídeo, disponivel na internet ,roduzido por Walt Disney (que era Rosacruz) em 1959 chamado Mathmagic.


O Pentagrama também possui uma relação especial com o Planeta Vênus. Observando o céu e anotando a posição da “Estrela Matutina” durante 8 anos, o traçado do chamado “período sinódico” de Vênus forma um Pentagrama (período sinódico é o tempo que um planeta leva para retornar a uma mesma posição em relação ao sol por um observador na Terra – observe o desenho abaixo).



Portanto, desde sempre o Pentagrama representou o Planeta Vênus, ou seja, a Estrela Matutina, ou seja, Prometeus, ou seja, Lúcifer. O Planeta Vênus também está ligado ao sagrado feminino, às deusas celtas e aos Templos Lunares (Vênus-Afrodite, a deusa arquetipal feminina).


Não é muito difícil imaginar como a Igreja Católica chegou a associações toscas entre “satanismo” e “pentagrama” e “adoradores do diabo” e “sacerdotisas/ bruxas” e “queimem as bruxas”, não é mesmo? Não podemos esquecer que o próprio nome Yeshua vem do Pentagrama: Yod-He-Shin- Vav-He. 


Pitágoras e a Sociedade Pitagórica viveram através de seus discípulos ilustres como Sócrates, Platão (que, não por coincidência, foi quem primeiro citou a Atlântida, lar de todo o conhecimento ocultista, em seus textos Critias e Timaeus), Aristóteles e finalmente Alexandre, o Grande.


Pitágoras recrutava jovens “Livres e de Bons Costumes” para serem seus estudantes. A palavra “Livre” para os pitagóricos não tinha conotação de escravo/liberto, mas sim de “Livres-pensadores” . Uma das frases mais importantes de Pitágoras é “Nenhum homem que não controla a própria vida pode ser considerado livre”. Gauthama Buddha



Em 563 AC nascia de Mahamaya (“Rainha Maya”) uma pessoa muito espe- cial, chamada Siddharta Gautama. Mahamaya, a mãe de Buda, era certamente uma sacerdotisa especialmente preparada para a recepção de um Avatar na Terra, que os escritores costumam colocar com o termo “virgem” (apesar dela, assim como todas as outras virgens, terem tido relações sexuais ritualísticas para conceber os Avatares). Segundo a história do Budismo, Maya não teve filhos durante 20 anos de casamento com o rei Suddhodana. Certo dia, ela sonhou com um elefante branco e no dia seguinte, acordou grávida. Desta gravidez nasceu Siddartha.


Após um período de peregrinações e estudos, acompanhado de alguns seguidores, Buda atingiu a iluminação com a idade de 35 anos, após passar um período de 49 dias meditando.  [Vou abrir um parênteses aqui, pois estes 49 dias meditando são os mesmos 49 dias que Moisés passou meditando no deserto antes de receber os 10 mandamentos, no período que os judeus chamam de Sefirat HaOmer, um exercício de Kabbalah que é contado todos os anos pelos judeus.


Os sacerdotes e iniciados chamavam-se de Theravada e pregavam os ensinamentos de Buda. Segundo eles, qualquer pessoa que conseguisse despertar do “sono da ignorância” (olha outra conexão do filme “Matrix” nestes ensinamentos) poderia ser chamado de Buda. De acordo com estes ensinamentos, houve muitos Budas antes de Gautama e haveriam muitos Budas depois… Yeshua inclusive.


           
Os budistas estudam a fundo os fatos e leis que regem nossa realidade, como Reencarnação, Karma e Dharma, além de desenvolvimento de toda a estrutura de chakras dos iniciados, tal qual os antigos Indianos e os Egípcios. O objetivo desta iluminação é despertar os sete chakras, chegando ao estado de Nirvana, ou a comunhão com o cósmico. Os Theravada pregavam também o desapego às coisas materiais, o assistencialismo e a caridade, realizando curas com suas habilidades iniciáticas.


            Durante o século 3 AC, os Theravada chegaram ao Egito (narrado através do encontro do embaixador Ashako na corte de Ptolomeu II em 250 AC) e de lá partiram para as terras dos judeus e para a Grécia. Ali ficaram conhecidos como Therapeutae (de onde se origina a palavra “terapeuta”). Os Therapeutae eram considerados médicos sagrados, estudiosos e filósofos e muitos de seus iniciados trocaram conhecimentos  com os membros das outras ordens secretas pitagóricas.  Os Essênios


Os Therapeutae que viviam na região de Nazaré e especialmente próximos de Quram eram chamados de Essaioi, do aramaico Yssyn (“terapeutas” ou “médicos”) ou, como nós os conhecemos: Essênios.


Os Essênios trouxeram consigo todos os ensinamentos iniciáticos da Escola Pitagórica somados aos ensinamentos budistas. No período em que Yeshua pregava, estima-se que haviam cerca de 4.000 essênios espalhados pela Palestina, além de suas famílias e seguidores.


Os Essênios pregavam o desapego aos bens materiais, uma vida vegetariana e voltada para o lado espiritual. Viviam em comunidades grandes e comunais, com camponeses, estudiosos, filósofos e matemáticos. Seus mestres eram chamados de “Mestres Carpinteiros”.


João Batista foi um dos Essênios mais conhecidos de todos os tempos. Padroeiro de todas as Ordens Templárias, fazia as iniciações aprendidas no Egito no Rio Jordão. Com isso podemos traçar uma linha de conhecimento que se ocultou desde o Egito até Jerusalém, passando por Moisés, Davi, Salomão, Pitágoras, Platão, Aristóteles, Orfeu, Dionísio, os Terapeutas, as Ordens Essênias e, finalmente, o Buda judeu.


            Jesus pregava a RESPONSABILIDADE ESPIRITUAL (a responsabilidade pelas sua própria vida, pensamentos e atos – o que não deixa de ser irônico que é justamente o que a Igreja de Satã do Anton la Vey prega hoje em dia). Jesus também pregava os mesmos ensinamentos sobre Reencarnação, Karma e Dharma ensinados nas Escolas de Mistérios e nas filosofias orientais, que nada mais são do que as leis que regem nossa realidade material, tão palpáveis quanto a Lei da Gravidade.



Conhecendo a si mesmo (através da astrologia, kabbalah e outros estudos iniciáticos), as pessoas conseguem descobrir quais suas missões e trabalhar em suas oitavas mais altas para o desenvolvimento e eventual escape da Roda de Sansara ou Ciclo de Reencarnações, tornando-se um iluminado (“Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta que ninguém pode fechar” – Apocalipse 3:8). Desta forma, Jesus pregava que QUALQUER pessoa poderia se tornar Buda, ou Iluminado, bastando para isso seguir os seus passos.


Muitas pessoas irritadas com a Igreja Católica atacam a imagem de Jesus dizendo que a Igreja roubou os ensinamentos de Buda para colocá-los como sendo de Jesus, como “Amar ao outro como a ti mesmo” ou “oferecer o amor para acabar com a guerra” que virou “oferece a outra face” e outros, mas isso é apenas mais uma das falhas que Constantino e seu “Jesus-Apolo” forjado esqueceram de tapar. Os ensinamentos de Yeshua/Jesus são iguais aos de Buda não porque a Igreja os copiou, mas sim porque Yeshua era discípulo das tradições budistas theravada! 


Note que isto é o total oposto a uma igreja DOMINADORA, que quer mandar no que você faz ou deixa de fazer, nos seus pecados, no seu dinheiro e na sua vida. Agora podemos ter uma idéia do porquê os ensinamentos de Yeshua irritavam tanto as “otoridades” da época e também a Roma, que começa a mandar matar os cristãos.


Se pensarmos que: se você fosse um ditador religioso que prega que todos devem te obedecer e te dar dinheiro ou ir para o Inferno e aparece um barbudo falando que todo o seu gado é livre para fazer o que bem quiser e tomar responsabilidade pelas suas ações, o que você faria? Refletimos ao longo das entrelinhas.



Fraternalmente,
Gabriel  Campos  de  Oliveira - M\ M\


Ilustração e Adaptação: 
Ir.´. Daniel Martina A.´.M.´.


TFA / PP: 
imprensa@filhosdoarquiteto.com

4 de agosto de 2014

AS VELAS NA MAÇONARIA:




Um dos propósitos da Expedição a Portugal além das visitas e intercâmbios com Irmãos Lusitanos foi disponibilizar aos integrantes materiais para que os mesmos desenvolvessem Pranchas de Arquitetura e apresentassem em suas Lojas, ocupando o Quarto de Hora de Estudo, afinal todos nós somos responsáveis pela qualidade dos trabalhos das Oficinas.


Na visita a Biblioteca do Grande Oriente Lusitano, tiveram acesso a documentos e livros raros, no Museu Maçônico, permitiram até que eles tirassem fotos e também tiveram a oportunidade de comprar livros maçônicos. Sem contar que foram agraciados pelo Irmão António Lopes com exemplares do seu livro “A Maçonaria Portuguesa e os Açores”. Nesta oportunidade tive contato com a Revista Grêmio Lusitano, que na verdade pela qualidade gráfica e de conteúdo, esta mais para um livro do que uma revista são 96 páginas de beleza e cultura únicas. Foi justamente no exemplar de número 15 que encontrei o mais perfeito trabalho sobre as Velas na Maçonaria, o autor é o Irmão Manuel Pinto dos Santos.


Há anos defendo que certas “modernidades” não são adequadas aos trabalhos maçônicos. A Loja ter iluminação elétrica, tudo bem, mas substituir as velas dos altares ou dos tocheiros por lâmpadas É PROFANAÇÃO. Vejam quão profundo é a manifestação do autor: “O ritual do acender as velas, ou seja, de dar a “Luz” ao Templo, tornando-o um espaço sagrado é de enorme complexidade e que tem inúmeras variantes conforme Ritos e dentro de cada um deles, conforme as opções filosóficas adotadas. Assentemos neste princípio simples: a vela representa o instrumento através do qual o espaço da Loja se transforma em Templo. 


Este axioma leva a que a prática ritual do acender as velas seja de uma dignidade, espiritualidade ou esoterismo, ou mesmo metafisismo, conforme o ponto de vista em que se colocar que ela tem de ser particularmente sentida por cada um e pelo coletivo do grupo.”


O artigo é todo interessante, e não tenho como transcrevê-lo integralmente. Na bibliografia temos duas referências que endossam a qualidade do trabalho: Maçonaria Azul, ou Simbólica. Novo Guia do Franco-maçom do Rito Francês, ou Rito Moderno Compilado pelo Ven.. de uma Resp.. off.. da obediência, Leiria, 1908 e Manuel Maçonnique ou Tuilleuer dês divers Rites de Maçonnerie pratiques em France, Paris, 2º Ed. 1830. Reflitam ainda sobre estas duas passagens do artigo:



1) “Para apagar a vela deve ser utilizado um apagador, mas jamais deve ser assoprada a vela, pois o sopro – segundo os cultores do Fogo na Pérdia – para além de apagar o símbolo perfeito da divindade, pode conter doenças. Mas outra explicação pode ser dada: a vela não deve ser assoprada porque isso corresponde a uma vontade de desintegrar a luz com o nosso espírito (ar-sopro vital) fazendo-a extinguir; pelo contrário, o apagar da vela com um apagador faz com que ela mude o seu estado ficando reintegrada no universo, onde existe sob múltiplas formas. Não é de se estranhar, portanto, que o Mestre de Cerimônias segundo alguns rituais profina a seguinte expressão: “Venerável Mestre, a luz por agora se extinguiu no Templo, mas ela continua acesa nos nossos corações para nos guiar nas trevas do mundo profano”.



2)”Daqui se infere a importância que a chama tem para os rituais da Maçonaria, não falando já da terceira prova do iniciado ao grau de aprendiz, que é purificado pelo fogo, ou seja, simbolicamente pela chama de uma vela. É, aliás, a idéia de purificação que encontramos também no acender das velas em Templo, uma vez que de alguma forma a luz “purifica” – ou pacifica – os corações dos obreiros presentes”. Há ainda a observação que ao acendermos uma vela estamos trabalhando com três poderosos elementos: LUZ – FOGO – CALOR O fogo é uma manifestação de combustão rápida com emissão de luz e calor. O fogo é constituído por três entidades distintas, que compõem o chamado "Triângulo do Fogo". São eles o combustível (aquilo que queima, como a parafina), o comburente (entidade que permite a queima, como o oxigênio) e o calor. Sem uma ou mais dessas entidades, não pode haver fogo.


IGNIS NATURA RENOVATUR INTEGRAM


TFA
Ir.´. Daniel Martina

22 de junho de 2014

UMA LENDA AOS MAÇONS NO UNIVERSO:



Existe uma Antiga História, uma Lenda Maçônica, um exemplo de união que devemos observar e nos exemplificar, já que somos Maçons, ou... Será que não somos Maçons?


O GADU estava sentado, meditando sob a sombra de um pé de jabuticaba, lentamente o Senhor do Universo erguia a sua mão e colhia uma e outra fruta, saboreando o fruto de sua criação. Ao sentir o gosto adocicado de cada uma daquelas frutas fechava os olhos e permitia um sorriso caridoso, feliz, ao mesmo tempo em que de olhos abertos mantinha um olhar complacente. Foi então que, das nuvens, surge um dos seus Arcanjos vindo em sua direção:


- Diz à lenda que a voz de um Anjo é como o canto de mil baleias.


É como o pranto de todas as crianças do mundo. É como o sussurro da brisa. O Arcanjo tinha asas brancas como a neve, imaculadas.


Levemente desce ao lado do GADU e ajoelhando a seus pés disse... - Senhor, visitei a vossa criação como me pediste. Fui a todos os cantos, estive no Sul, no Norte, no Oriente e no Ocidente. Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma das suas crianças humanas. Notei que em seus corações havia uma Iniciação, eram iniciados Maçons e que, deste a cada um apenas uma asa. Senhor... Não poderão voar apenas com uma asa !!!


O GADU na brandura de sua benevolência, respondeu pacientemente a seu Anjo:


- Sim, Eu sei disso. Sei que fiz os Maçons com apenas uma asa. Intrigado com a resposta, o Anjo queria entender, e voltou a perguntar: - Senhor, mas porque deu aos Maçons apenas uma asa quando são necessárias duas asas para se poder voar... Para poder ser livres.


Então respondeu o GADU:


Eles podem voar sim, meu Anjo. Dei aos Maçons apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor. Para poderem se evoluir levemente... Para voar, meu Arauto, você precisa de suas duas asas: Embora livre você esteja sempre sozinho, ou ser somente acompanhado. Como os pássaros que ao mesmo tempo em que estão juntos se debandam.


Mas, os Maçons, com sua única asa, necessitarão sempre de dar as mãos uns aos outros e entrelaçarem seus braços, assim terão suas duas asas. Na verdade, cada um deles tem um par de asas, pois o verdadeiro maçom nunca esta sozinho.


Em cada canto do mundo sempre encontrarão outro Irmão com uma outra asa, e assim, sempre estará se completando, sempre sendo um par.


Dei aos Maçons a verdadeira LIBERDADE e a cada um dei lhe também, em IGUALDADE, uma única asa, para que desta forma, possam sempre viver em FRATERNIDADE.


TFA/PP
Ir.´. Daniel Martina
ARLS Orvalho de Hermon 2966 - GOB/GOSP


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21 de junho de 2014

Todos Nós Nascemos para Vencer:



LEIS QUE AJUDAM A VENCER – “Pensamentos ameaçadores sobre alguma área da sua vida? “E se eu ficar cego? Estou me imaginando cego”. Ocorreria o mesmo antevendo e criando “filmes” catastróficos da situação física, moral, financeira e afetiva? 

Tal como se fosse um vidente do futuro, totalmente negativo e ameaçador?

Não consegue pensar que outras possibilidades mais lógicas podem ocorrer e trazer a solução para as questões mais perturbadoras?

Cognição é a forma como a mente percebe, julga, recorda, imagina, raciocina, ou seja, capta uma informação e depois reage a ela, retendo o que é mais lógico. O desafio é quando isso obedece a uma lógica que o indivíduo distorce e não sabe que padece tal distorção. Então, já não é racional.

A distorção mental antevendo o que “pode acontecer”, quando nasce dos medos inconscientes e irracionais tem acarretado um sofrimento mudo, pois em geral as pessoas com algum autocontrole não gostariam de expor suas cismas agourentas. Pânico de médicos, por exemplo, como a “Síndrome do Jaleco Branco”, eleva a pressão e os batimentos cardíacos. Na hora de colher sangue para os exames pode ser pior. E o que dizer daquela entrevista de emprego, em que a pessoa já antevê o fracasso e o desemprego?

O temor exagerado de um diagnóstico, o medo de não ter dinheiro para sobreviver, aquele plano afetivo sobre o qual você diz: “Só levei chutes”, ou a paixão desmedida por alguém que não está nem aí para os seus sentimentos... E mais aquele relacionamento conjugal desgastado numa rotina morna, na qual você se sente dormindo com um estranho e ainda assim teme o fim da relação.

Imagine que tudo isso passa pelos seus sentidos como uma ameaça produtora de filmes mentais catastróficos: “Distorção Cognitiva Catastrofizando”, uma classificação esquisitona, porque hoje em dia quase tudo é doença e recebe um nome. 

Assim, algumas impressões psicológicas nos denunciam como doentes mentais. E isso nos faz recordar: - de médico e louco todo mundo tem pouco.

Para completar, dizem, tal indivíduo também nutre pouca fé nas afirmações alheias, e ao mesmo tempo é impressionável demais. O lado torturado não acredita, renega até mesmo a opinião de Deus ou de um especialista, porque na sua percepção ninguém é capaz de resolver a sua questão. E oscila para acreditar em muitas bobagens que prometem a panaceia universal.

Esse “vidente” é negativo e antevê sempre o pior, sentindo-se ameaçado. Condicionado a esse tormento gerado por medos irracionais, o indivíduo cria o problema e foge da solução.

Entretanto, quando a pessoa entra em contato com a revelação das causas do seu padecimento, a sua consciência possui um secreto mecanismo de reajuste e pode partir mais tranquilo em busca de ajuda e solução. Descobrirá que o tempo todo, tanto o problema quanto a solução estavam dentro dela.
Sempre existe solução, porque o que não tem solução, solucionado está. O caminho em qualquer caso segue as leis naturais, que são as mesmas leis espirituais:

1. Tudo o que eu atraio está rigorosamente correto porque está em conformidade com a minha Lei de Atração.

2, Por isso, aconteceu o que tinha de acontecer, e, eu posso mudar minha Lei de Atração se eu mudar a minha mente.

3. Quando eu iniciar algo novo, esse é o momento certo, mesmo se der errado, porque segundo a minha Lei de Atração não existem certo e errado, existem apenas experiências transitórias para o meu crescimento pessoal, sabendo que alcançarei a paz soberana, quando entender e aceitar que, neste mundo, sem oposição não existe evolução.

4. Por fim, quando alguma coisa se encerrar em minha vida, acabou porque não preciso mais dela, salvo se eu ficar apegado ao passado. Todavia, se eu ajudar a me livrar do que acabou, mudarei minha Lei de Atração, porque libertarei a minha mente da escravidão do sofrimento. E assim cessarei as imaginações agourentas e os eventos que não quero repetir.

Inúmeras vezes, nós conhecemos pessoas atormentadas por questões básicas da vida, com falências ou carências de ordem física e mental, afetiva e financeira. 

Grande parte dessas pessoas sequer tinham a noção do seu próprio estado mental depressivo, gerando o ego do adivinho catastrófico.

 Quarenta anos observando e interagindo com gente assim, cheia de medos profundos, leigas nas leis, nos convenceu que o maior antídoto do medo não é a coragem, mas o amor, a solidariedade e o afeto que transmitem segurança e coragem para vencer, seja o que for. Sem antes vencer do lado de dentro, o triunfo do lado de fora não representa vitória, porém, como costumamos dizer: Você Nasceu para Vencer.” 

Autor: Nilsa Alarcon