11 de novembro de 2013

O Poder da Intuição - Você tem?




Se você respondeu SIM. Bingo! Acertou! Porque todos nós temos intuição. Só que algumas pessoas com mais e outras com menos aguçada. Então, quando alguém lhe aconselhar e disser que a intuição dela está dizendo que você deveria fazer tal coisa, que tal arriscar? É bem provável que ela acerte o “palpite” e você se dê bem. Vale a pena comprovar não é mesmo?! Mas por que isso acontece mais forte com algumas pessoas? Tem pessoas que chegam a se declarar “videntes” de tão intuitivas que são. Mas intuição não é uma adivinhação. É uma impressão baseada em experiência.


Segundo os cientistas, existem quatro tipos de intuição : A intuição que é quase óbvia, a do dia-a-dia. Que é aquilo que fazemos e nosso cérebro vê se repetir quase que diariamente. Por exemplo: quando estamos dirigindo e vemos uma infração de trânsito sabemos que acabará em acidente, como por exemplo um motorista avançar o sinal numa via movimentada. Ou quando vemos um copo de vidro cair, sabemos que irá quebrar.


 Tem a intuição que vem da prática, que é aquela dos jogadores profissionais, que de tanto praticarem o esporte já sabem de onde vem a bola na quadra de esporte. Ou o professor que de línguas, que de tanta falar outro idioma, já não precisa mais pensar ao elaborar uma frase. Já é automático em seu cérebro. Tem a intuição que é quando conseguimos a resposta para um problema complexo sem ter raciocinado. As pessoas geralmente não sabem como chegaram aquela conclusão. E por fim, tem a intuição paranormal. Esta não tem explicação pela ciência.


Mas seja lá qual for o seu tipo de intuição, o mais importante é acreditar em seu potencial interior e saber que o seu cérebro tem esta capacidade de gravar as cenas vividas e quando for vivênciá-las novamente, de avisá-lo sobre o que irá acontecer, como irá acontecer e quais serão as consequências . Isto é o essencial. Ele é o seu grande aliado. Está lhe protegendo. Avisando sobre os riscos e perigos. Por isso sempre escute a sua intuição. Dê ouvidos ao seu interior.


Veja o que grandes nomes da história diziam sobre a intuição :


O psiquiatra Carl Jung dizia sobre o conhecimento intuitivo: “Cada um de nós tem a sabedoria e o conhecimento que necessita em seu próprio interior”.


“Não existe nenhum caminho lógico para a descoberta das leis do Universo – o único caminho é a intuição” – frase atribuída a Albert Einstein (1879-1955). O físico Albert Einstein, foi considerado o maior intuitivo da história e enfatizou o valor do potencial intuitivo.

14 de outubro de 2013

UMA LENDA MAÇÔNICA DESCONHECIDA



Ir Daniel Martina FRC
.
Existe uma Antiga História, uma Lenda Maçônica, um exemplo de união que devemos observar e nos exemplificar, já que somos Maçons, ou... Será que não somos Maçons?

O GADU estava sentado, meditando sob a sombra de um pé de jabuticaba, lentamente o Senhor do Universo erguia a sua mão e colhia uma e outra fruta, saboreando o fruto de sua criação. Ao sentir o gosto adocicado de cada uma daquelas frutas fechava os olhos e permitia um sorriso caridoso, feliz, ao mesmo tempo em que de olhos abertos mantinha um olhar complacente. Foi então que, das nuvens, surge um dos seus Arcanjos vindo em sua direção:

- Diz à lenda que a voz de um Anjo é como o canto de mil baleias.

É como o pranto de todas as crianças do mundo. É como o sussurro da brisa. O Arcanjo tinha asas brancas como a neve, imaculadas.

Levemente desce ao lado do GADU e ajoelhando a seus pés disse... - Senhor, visitei a vossa criação como me pediste. Fui a todos os cantos, estive no Sul, no Norte, no Oriente e no Ocidente. Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma das suas crianças humanas. Notei que em seus corações havia uma Iniciação, eram iniciados Maçons e que, deste a cada um apenas uma asa. Senhor... Não poderão voar apenas com uma asa !!!

O GADU na brandura de sua benevolência, respondeu pacientemente a seu Anjo:

- Sim, Eu sei disso. Sei que fiz os Maçons com apenas uma asa. Intrigado com a resposta, o Anjo queria entender, e voltou a perguntar: - Senhor, mas porque deu aos Maçons apenas uma asa quando são necessárias duas asas para se poder voar... Para poder ser livres.

Então respondeu o GADU:
Eles podem voar sim, meu Anjo. Dei aos Maçons apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor. Para poderem se evoluir levemente... Para voar, meu Arauto, você precisa de suas duas asas: Embora livre você esteja sempre sozinho, ou ser somente acompanhado. Como os pássaros que ao mesmo tempo em que estão juntos se debandam.

Mas, os Maçons, com sua única asa, necessitarão sempre de dar as mãos uns aos outros e entrelaçarem seus braços, assim terão suas duas asas. Na verdade, cada um deles tem um par de asas, pois o verdadeiro maçom nunca esta sozinho.

Em cada canto do mundo sempre encontrarão outro Irmão com uma outra asa, e assim, sempre estará se completando, sempre sendo um par.

Dei aos Maçons a verdadeira LIBERDADE e a cada um dei lhe também, em IGUALDADE, uma única asa, para que desta forma, possam sempre viver em FRATERNIDADE.


TFA/PP
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11 de outubro de 2013

OS 33 MANDAMENTOS DA MAÇONARIA NO BRASIL



Este é um documento muito popular na internet, sendo, portanto, encontrado em inúmeros sites de Lojas e Maçons. 

Há que se destacar que ele não é único, porque a Maçonaria é múltipla e existem pequenas variações de rito para rito.

A bem da verdade os 33 Mandamentos da Maçonaria não oficialmente adotados pela maioria das Potências Maçônicas, e tampouco são incluídos em seus estudos, pesquisas e literatura, mas este texto representa com grande fidelidade a forma de pensar e se conduzir de milhares de Maçons no mundo, particularmente aqueles que seguem os preceitos do Rito Escocês Antigo e Aceito, que são a imensa maioria no Brasil.

OS 33 MANDAMENTOS

1º - Adora o Grande Arquiteto Do Universo;

2º - O verdadeiro culto que se pode tributar ao Grande Arquiteto consiste nas boas obras;

3º - Tem sempre a tua alma em estado de pureza, para que possas aparecer de um momento para outro perante o Grande Arquiteto;

4º - Não sejas fácil em te encolerizar; a ira é sinal de fraqueza;

5º - Escuta sempre a voz de tua consciência;

6º - Detesta a avareza, porque, quem ama demasiado as riquezas, nenhum fruto tirará delas, consistindo isso egoísmo;

7º - Na senda da honra e da justiça está a vida; o caminho extraviado conduz à morte espiritual;

8º - Faz o bem pelo próprio bem;

9º - Evita as questões, previne os insultos e procura sempre ter a razão do teu lado;

10º - Não te envergonhes do teu Destino, pensa que este não te desonra nem te degrada; o modo como desempenhas a tua missão é que enaltece ou amesquinha perante os homens;

11º - Lê e medita, observa e emita o que for bom; reflexiona e trabalha; ocupa-te do bem-estar dos teus irmãos e trabalharás para ti;

12º - Contenta-se com tudo e com todos;

13º - Não julgues superficialmente as ações de teus Irmãos e não censures aereamente. O julgamento pertence ao Grande Arquiteto do Universo, porque só Ele pode sondar o coração das criaturas;

14º - Sê, entre os profanos fracos, sem rudeza, superior sem orgulho; humilde sem baixeza; e, entre Irmãos, firme sem obstinação, severo sem inflexibilidade e submisso sem servilismo;

15º - Justo e valoroso, defende o oprimido e protege a inocência, não exaltando jamais os serviços prestados;

16º - Exato observador dos homens e das cousas, atende unicamente ao mérito pessoal de cada um, seja qual for a camada social, posição e fortuna a que pertence;

17º - Se o Grande Arquiteto te der um filho, agradece, mas cuida sempre do depósito que te confiou. Sê, para essa criança, a imagem da Providência. Faz com que até aos 12 anos tenha temor a ti; até aos 20 te ame e até a morte te respeite. Até aos 12 anos sê o seu mestre; até aos 20 seu pai espiritual e até a morte seu amigo. Pensa mais em dar-lhe bons princípios do que belas maneiras; que te deve retidão esclarecida e não frívola elegância. Esforça-te para que seja um homem honesto, avesso a qualquer astúcia;

18º - Ama o teu próximo como a ti mesmo;

19º - Não faça o mal, embora não espere o bem;

20º - Estima os bons, ama os fracos, atende aos maus e não ofendas a ninguém;

21º - Seja o amparo dos aflitos; cada lamento que tua dureza provocar, são outras tantas maldições que cairão sobre a tua cabeça;

22º - Com o faminto, reparte o teu pão; aos pobres e forasteiros dá hospitalidade;

23º - Dá de vestir aos nus, mesmo com prejuízo do teu conforto;

24º - Respeita o peregrino nacional ou estrangeiro e auxilie sempre;

25º - Não lisonjeies nunca teu Irmão, isso corresponde a uma traição; se te lisonjearem receia que te corrompam;

26º - Respeita a mulher, não abuse jamais de sua debilidade; defende-lhe a inocência e a honra;

27º - Fala modernamente com os pequenos, prudentemente com os grandes; sinceramente com os teus iguais e teus amigos; docemente com os que sofrem, mas sempre de acordo com a tua consciência e princípios de sã moral;

28º - O coração dos justos está onde se pratique a virtude, e o dos tolos, onde festeja a vaidade;

29º - Não prometas nunca sem a intenção de cumprir; ninguém é obrigado a prometer, mas prometendo é responsável;

30º - Dá sempre com satisfação, porque mais vale uma negativa delicada do que uma esmola que humilhe;

31º - Suporte tudo com a resignação e tem sempre confiança no futuro;

32º - Faz do teu corpo um Templo, do teu coração um Altar e do teu espírito um apóstolo do Amor, da Verdade e da Justiça;

33º - Concentra, ao menos uma vez por dia, todas as vibrações da tua alma, no sentido de estares em contato com o Grande Arquiteto do Universo. (que é DEUS)



Ir Daniel Martina FRC  



9 de outubro de 2013

O DESBASTAR DE SUA PEDRA BRUTA



Por: Ir Daniel Martina FRC

Neste sábado ao termino de um evento, estive me deparando com esta imagem, mas o que não havia pensado ainda era na dolorosa ação de nós homens no desbastar desta nossa pedra bruta universal.

Por muitas vezes passamos a ter dores no desapego do material, em rumo a vida espiritual, os apegos do mundo são perigosos em vezes se não tomarmos cuidado colocamos nossa vida em xeque-mate. 

Mas ao proceder na semeadura da semente, cuidamos para que esta possa semear bons frutos dia a pós dia, podemos cuidar, zelar, proteger, mas nada disso funcionará se não ser lançado os bons fluídos de nossos pensamentos. Lembremo-nos o Universo age através de energia ao qual somos como um átomo e assim temos o poder da Lei da atração.

Se pensarmos em problemas, atrairemos mais , logo ao acontecer devemos mudar o foco e pensar em soluções para inibir o problemas é cortar o mal pela raiz e fim de papo. 

Somente os adeptos da perseverança e prática desta obediência com o seu eu interior , não importando sua crença ou dogma, consegue chegar a ser uma pedra Polida e ter o auge de uma vida estável e espiritualidade em alta em nosso universo nos dias de hoje.

Portanto se você esta neste caminho parabéns, esta mensagem servirá como uma motivação para sua continuidade. 

Se você ainda não pegou esta estrada, esta servirá como uma reflexão, mude certos hábitos e aos poucos conseguira a vida plena que tanto necessita. 

Porém em todos os Caso sempre agradeça ao Universo e Ao Grande Arquiteto do Universo por mais um dia em sua existência, sendo assim as portas se abrem e estará sempre em harmonia consigo. 

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TFA/PP



ENCONTRO BLUE LODGES RITO YORK AMERICANO - SP



Palácio Maçônico Grande Oriente Paulista - GOP-SP


Nesta tarde de Sábado 05 de Outubro de 2013; a ARLS Sangue Real, Filiada ao Grande Oriente Paulista, teve a Honra de receber nosso Ir Kennyo Ismail, Autor do Livro: Desmistificando a Maçonaria; Mestre Instalado e foi Venerável Mestre da Loja Maçônica "Flor Lótus 38" Filiada á Grande Loja do Distrito Federal; é Sumo Sacerdote do Capítulo "Fredericksburg" do Arco Real; Filiado ao Supremo Grande Capítulo de Maçons do Arco Real do Brasil. Além de Outras condecorações. 

Sua presença esteve abrilhantando aos nossos IIr.´. presentes que assim puderam receber e trocar conhecimentos sobre o fortalecimento da Ordem Maçônica no Estado de São Paulo, e assim ampliar seus conhecimentos sobre o Rito de York. 



Um Pouco do Rito de York


O Rito de York é o rito predominante da Maçonaria Norte Americana. Sob sua égide se desenvolveram líderes da sociedade estadunidense nos principios da Liberdade Igualdade e Fraternidade.

O Rito de York foi fundado no ano de 1799, tendo como organizador e fundador principal o Ir Thomas Smith Webb. É justamente este irmão, que deu a estrutura e doutrina filosófica com os seus respectivos procedimentos gerais ao sistema maçônico que pode ser identificado pelo nome genérico de "Rito Americano" ou "Rito de York".

O Rito de York chegou ao Brasil através do Grande Oriente Unido, também conhecido por "Grande Oriente dos Beneditinos", com a Washington Lodge, fundada em 19 de novembro de 1874, na cidade de Santa Bárbara do Oeste-SP. Esta Loja "não foi fundada por ingleses, mas, sim, por americanos", depois de terem emigrado para o Brasil, por ocasião da Guerra Civil nos Estados Unidos da América. Eles eram quase todos, originários do Estado do Alabama".




Agradecimentos: 


Grão Mestre Ir Jurandir Alves de Vasconcelos.; Grão Mestre Adjunto Ricardo Guisado; Venerável Mestre r Darrovere Bragarolli, Adjuntos, Delegados, Oficiais e todos Irmãos do GOP-SP, Ir Onish; Ir Rodrigo Fitipaldi GOSP-GB; Ir Daniel Martina GOSP-GOB (Filhos do Arquiteto) e demais convidados que abrilhantaram este evento com sua presença.


TFA/PP
filhosdoarquiteto@gmail.com


3 de outubro de 2013

GOB - SP REALIZA SESSÃO MAGNA DE HOMENAGEM ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL.


Dia 02 DE OUTUBRO DE 2012, TERÇA-FEIRA, 19h30 PALÁCIO MAÇÔNICO - RUA SÃO JOAQUIM N° 457, o GOSP homenageia as Forças Armadas. 

A cerimônia teve por objetivo apresentar preito de reconhecimento ao Exército, à Marinha e à Aeronáutica por sua tradição de paz, harmonia e concórdia, coincidentes com os ideais da Maçonaria. 

Tivemos a presença dos nobres senhores General de Exército Adhemar da Costa Machado Filho; Vice-Almirante Liseo Zampronio e Major-Brigadeiro-do-Ar José Geraldo Ferreira Malta, Comandantes, respectivamente, do Comando Militar do Sudeste; do Oitavo Distrito Naval e do Quarto Comando Aéreo Regional, presentes na sessão Grão Mestre do GOSP Mário Sergio Nunes da Costa, MINISTRO PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL ELEITORAL - GOB Sergio Ruas, Presidente da sessão J. B. Oliveira –  Assessor Especial do Grão Mestrado do Grande Oriente de São Paulo, Secretário Geral Adjunto de Comunicação e Informática Fernando Colacioppo, Assessor Especial do Grão-Mestre Geral do GOB Egisto Rigoli, e todos os Secretários Estaduais do GOSP, Deputado Estadual Major Olimpio, Representante de outras potência:- Sereníssimo Jurandir Alves de Vasconcelos e seu adj. 

Ricardo Guisado e José Carlos Ceretti, Luiz Flávio Borges D'Urso, Valter Teixeira, Roqui Sergi, Marcelo Januzzi, Gerson Magdaleno, Pedro Bueno, Julien Mattar, Ricardo Dureguer, Zacarias, Marcio Bontempo.


Ir.´. Sérgio Osicran - Sr Sereníssimo Ir.´. J.B. Oliveira - Ir.´. Major Olímpio (Deputado Estadual - SP)




Major-Brigadeiro-do-Ar José Geraldo Ferreira Malta






General de Exército Adhemar da Costa Machado Filho






Vice-Almirante Liseo Zampronio





Ir.´. Rodrigo Fitipadi - Ir.´. MM.´. J.B. Oliveria - Ir.´. Daniel Martina (Filhos do Arquiteto do Brasil)



2 de outubro de 2013

José Bonifácio – Na Intimidade do Maçom



“É um prazer puro da alma espalhar pelo mundo o fruto de seus estudos e meditações, ainda sem outra remuneração que a consciência de fazer bem.” José Bonifácio


A Maçonaria possui uma consistência histórica incomparável entre as instituições modernas. No entanto, não há alegria maior do que pertencer a uma ordem histórica com nomes tão ilustres e coerentes com a filosofia maçônica. Sou Maçom desde 2008 e historiador pela Universidade Federal de Ouro Preto. Nestes anos de dedicação e estudos profanos e maçônicos me cativou imensamente a figura de José Bonifácio. Para mim, não existe exemplo maior de pureza patriótica e humanismo do que o primeiro Grão-Mestre da Maçonaria do País.


Não quero neste pequeno artigo ressaltar seus grandes feitos no processo de independência brasileiro que já possuem grande destaque nos livros de história profanos. Quero, antes de tudo, deixar claro seu espírito maçônico e democrático.


No combate ao obscurantismo, buscou a erudição bacharelando-se em filosofia e direito em Coimbra em 1786. Seu conhecimento não ficou apenas restrito à teoria, partindo em 1790 para uma longa peregrinação científica pelos países da Europa, percorrendo a França, Países Baixos, Alemanha, Suécia, Noruega, Escandinávia, Boêmia, Hungria, Itália, onde privou com vultos de realce nas ciências e nas letras, notadamente Lavoisier, Werner e Jussieu.


De volta ao Brasil, desempenhou um papel honroso nos rumos políticos e na instituição maçônica. Sua empatia com a filosofia da ordem transparecia em toda sua obra:


“Assim tudo é ligado na imensa cadeia do Universo; e os bárbaros que cortam e quebram seus elos pecam contra Deus e a natureza, e são os próprios autores de seus males”. 


Seu espírito democrático foi extremamente benéfico para a política do País. Ele sabia que a Maçonaria apesar de se propor apolítica não era, de forma alguma, amoral:


“De que serve uma Constituição em papel? A Constituição deve estar arraigada em nossas leis, estabelecimentos e costumes.”


Sua irmandade se mostrou sólida em suas relações com o Irmão Joaquim Gonçalves Ledo, do qual divergia quanto às ideias republicanas. José Bonifácio foi um defensor ferrenho do regime monárquico. Apesar dessas diferenças, eles nunca deixaram que suas opiniões interferissem no progresso da Nação ou da Maçonaria.


Todo seu espírito humanístico transpareceu em seus ensinamentos a um dos maiores, senão o maior governante do país: D. Pedro II. O imperador, apesar de não ter ingressado na Ordem como o pai, agiu como um verdadeiro Obreiro, durante seu governo, incentivou as artes, as ciências, a ecologia (reflorestando toda a Tijuca), o amor, a terra e a erudição.


Até mesmo a morte deste sublime Maçom foi um exemplo. Com 75 anos de idade, José Bonifácio faleceu na cidade de Niterói onde viveu seus últimos dias em um regime de pobreza e simplicidade, dignas de um Maçom que tinha tão altas qualidades de inteligência, energia e amor à Pátria, que libertou e engrandeceu.


É com orgulho que hoje participo da mesma ordem que esse Maçom exemplar cujos pensamentos refletiam os princípios iluministas mais nobres e altivos de todo o século XVIII.

Ir.’. Igor Guedes de Carvalho
Aprendiz Maçom • Placet: 25309
Loja Vigilantes da Colina Nº 68
Grande Loja de Minas Gerais • MG

31 de agosto de 2013

CONHECENDO E EVOCANDO A MAGIA DIVINA:



A Magia Divina não recorre à nenhuma prática contrária à Vida, à Lei Maior e à Justiça Divina. A Magia Divina, ou Teurgia, é uma Magia Iniciática ou Alta Magia que pode ser praticada pelas pessoas, independentemente da formação doutrinária ou crença religiosa delas. Não pede nada mais que a crença em um Deus Criador e a crença em Hierarquias Divinas regidas pelas Divindades.

A Magia Divina não tem um “lado negativo” e os seus praticantes não recorrem aos mistérios opostos aos mistérios da luz. Ela não é “dual” e não tem nenhuma possibilidade de ser invertida e usada para prejudicar a quem quer que seja. Aliás, condena-se veementemente o uso das “magias negras” por pessoas que têm nela um meio de extravasar de forma covarde e traiçoeira seus sentimentos de ódio, ciúme, inveja e afins, já que elas estão afrontando as Leis de Deus e os princípios da Vida e devem ser vistas com piedade porque ainda não desenvolveram uma consciência e são pessoas emotivas e instintivas.
Nela, evocam-se apenas os poderes Divinos sustentadores da Vida e dos meios onde ela se sustenta e evolui e, justamente por esse caráter, a Magia Divina é um refreador poderoso de todas as formas de “magias negativas”. Seus praticantes não se intimidam diante dos supostos poderosos magos das trevas encarnados ou não.
A Magia Divina traz em si os meios (forças e poderes) capazes de purificar de forma positiva os espíritos à margem da Lei Maior e, também, de anular gradativamente o negativismo e a maldade das pessoas que a praticam, pois as livra das hordas trevosas que tanto auxiliam com têm nessas pobres pessoas seus portais encarnados. Mas a Magia Divina não se destina só ao combate incessante às investidas dos espíritos trevosos, já que um Mago iniciado usa dos conhecimentos que lhe foram transmitidos durante as suas aulas iniciatórias e usa dos poderes Divinos perante os quais se iniciou para plasmar no lado etérico toda uma aura luminosa e protetora das pessoas que a ele recorrem.
Aos magos iniciados também é ensinado como curar espíritos sofredores “encostados” nas pessoas, realizando isso unicamente através de procedimentos magísticos, dispensando o “transporte” ou incorporação deles para que sejam beneficiados com o auxílio indispensável para que retomem suas evoluções. Os espíritos mestres da Magia Divina acolhem todos os espíritos curados e abrigam todos eles em moradas espirituais destinadas ao amparo e ao esclarecimento deles.
Mas um mago iniciado na Magia Divina realiza mais que isso e tem o conhecimento indispensável e outorga Divina necessários para atuar nos corpos espirituais das pessoas atendidas por ele, e é capaz de alcançar seus níveis mais profundos e realizar “cirurgias espirituais” durante as quais são retirados desses corpos profundos “inclusões” nocivas ao bem-estar delas. Todo o trabalho magístico realizado por um Mago praticante da Magia Divina visa ao benefício das pessoas atendidas por ele.
Assim, a Magia Divina é um bem Divino, colocada à disposição de todos os que desejarem praticá-la com fé, amor, respeito, confiança e determinação. Com sua dinâmica própria, adapta-se às necessidades dos seus praticantes, não obrigando ninguém a renunciar ao seu modo de ser, pensar ou agir.


No estudo da Magia Divina, o iniciado é “apresentado” a Deus e às suas divindades, e na sua iniciação consagra-se a Ele como Seu servo, Mago e instrumento de Sua Lei Maior e da Sua Justiça Divina, sempre pronto para serví-lo quando for necessária a sua atuação magística.
O Mago praticante de Magia Divina é um servo de Deus, da Sua Lei Maior e da Sua Justiça Divina e, consciente disso, não espera para si maiores benefícios que os que Ele concedeu-lhe quando o criou. E não alimenta o sentimento de superioridade porque sabe que não o é em momento algum ante os olhos de Deus.
Um praticante da Magia Divina sente-se um irmão da humanidade e trabalha magisticamente em benefício dela, não esmorecendo em momento algum e não se deixando abater ante as dificuldades e os infortúnios que visam prová-lo e a desenvolver a boa têmpera, indispensável a todo servo de Deus e instrumento da Sua Lei Maior e da Sua Justiça Divina.
A Magia Divina é a manifestação de uma poderosa vontade superior, emanada pelo Divino Criador e por Suas Divindades, vontade essa que foi trazida dos mais elevados níveis vibracionais da criação por um grupos de espíritos ascencionados liderados pelos amados mestres Magos da Luz, sempre amparados pelas Divindades emanadoras dessa vontade superior, e que são os sagrados Tronos de Deus!
O Mago praticante da Magia Divina é alguém que trabalha onde deseja, já que ele é o elemento ativo dessa Magia. Ele é o seu depositário; é o seu ativador e é o instrumento da Lei Maior e da Justiça Divina, praticando-a onde e quando achar necessário.

Fonte: O Código da escrita Mágica Simbólica
Autor: Ir.’. Rubens Saraceni – Madras Editora

CURIOSIDADES E SIGNIFICADO DA ACÁCIA:


Como sabemos, os judeus sofreram forte influência dos egípcios durante o tempo em que estiveram naquele território. Assim, muitos traços culturais, sociais e religiosos do Egito Antigo foram incorporados pelos judeus. Como exemplos, podemos citar a lenda de Anúbis, filho ilegítimo jogado no rio e posteriormente encontrado por uma rainha que o cria, e a lenda da arca do dilúvio, as quais foram recontadas pelos judeus e tiveram seus protagonistas rebatizados com nomes judaicos: Moisés e Noé.

O mesmo se deveu com a acácia, árvore sagrada dos egípcios e adotada pelos judeus. A acácia era matéria-prima para a produção de artigos sagrados no Egito, adotada pela sua alta densidade e durabilidade, não sofrendo ataque de insetos. Sua goma (conhecida popularmente como “goma arábica”) era utilizada nas cerimônias sagradas de mumificação.

Parece que os judeus aprenderam essa lição, pois a acácia foi a madeira indicada para a construção de todos os importantes objetos sagrados, como no tabernáculo, nos altares, e na arca da aliança. O fato de seu uso estar mais concentrado no “Êxodo” e aos poucos ser substituido pelo cedro e cipreste, confirma essa teoria da influência egípcia.

Até aí tudo bem, mas de onde sairia a inspiração para relacionar a acácia com a lenda de Hiram Abiff? Basta recorrermos a uma das principais lendas egípcias: a lenda de Osíris.

Seth odiava Osíris, que era tido como sábio e poderoso, então resolveu matá-lo. Ele fez um belo caixão com as exatas medidas de Osíris e convidou as pessoas para um jogo: aquele que se encaixasse perfeitamente no caixão, ganharia o mesmo de presente. Logicamente, quando a vez de Osíris chegou, o caixão era perfeito, e Seth e seus cúmplices trancaram Osíris dentro do caixão e o jogaram no rio. Sua mulher, Ísis, o procurou por muitos dias. O caixão havia encalhado e sobre ele havia brotado uma… acácia. A acácia serviu de indicação para que Ísis encontrasse o corpo de Osíris. Por essa lenda, Osíris é considerado o deus da morte e da imortalidade da alma.

Um corpo sob uma acácia e os ensinamentos sobre a morte e a imortalidade da alma soam familiar?

Daí a atribuir à acácia também o significado de segurança, clareza, inocência e pureza, como alguns autores querem, é forçar demais. Deixemos para a acácia sua bela missão de simbolizar a vida após a morte, assim como herdamos dos egípcios. Isso já é o bastante para um único símbolo.


TFA/PP
Ir.´. Daniel Martina FRC

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